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terça-feira, 14 de novembro de 2017

10 Dicas para arrumar emprego pelo LinkedIn

Veja como montar um bom perfil no LinkedIn e assim despertar o interesse dos recrutadores



Descubra como arrumar um novo emprego pelo LinkedIn, explorando todos os recursos oferecidos por essa rede social. Aprenda como ampliar a sua rede de contatos e aproveitar grandes oportunidades sem correr o risco de ficar “queimado”.  
O LinkedIn é a maior plataforma de publicações profissionais do mundo. Essa rede social reúne mais de 1 milhão de pessoas, que publicam artigos diariamente, negociam salários e, é claro, buscam por novas oportunidades de emprego.
Os recrutadores não se limitam mais aos currículos impressos ou cadastrados na área de “Trabalhe Conosco” nos sites das empresas. Eles gostam mesmo de consultar o LinkedIn, pois a rede social é considerada uma verdadeira “vitrine” do candidato.

Dicas para arrumar um novo emprego pelo LinkedIn

A rede social LinkedIn, quando bem usada, é uma poderosa ferramenta na busca por empregos pela internet. Ela também ajuda a criar uma boa rede de contatos profissionais e com isso aumenta as possibilidades de sucesso no mercado de trabalho.

1 – Escolha uma foto com boa qualidade

Perfis com fotos no LinkedIn são 21 vezes mais vistos. Por isso, escolha uma foto de boa qualidade para colocar na imagem de perfil. Ela deve ser condizente com o tipo de ambiente de trabalho do profissional.

2 – Preencha o cabeçalho corretamente

O cabeçalho deve conter informações que reflitam os objetivos profissionais. Falar sobre as competências adquiridas ao longo da carreira, de forma breve, também é interessante.

3 – Otimize o perfil para os motores de busca


O seu perfil no LinkedIn deve estar otimizado para os motores de busca, pois assim ele será encontrado com mais facilidade nas pesquisas realizadas pelos recrutadores. Experimente customizar a URL com o seu nome completo e inclua palavras-chaves no resumo, ou seja, termos relacionados a área de atuação.

4 – Capriche no resumo

O resumo no LinkedIn deve ser capaz de responder uma pergunta muito comum nas entrevistas de emprego: quem é você profissionalmente?
Elabore um texto com no máximo 300 palavras, contando de forma resumida a sua trajetória profissional, em primeira pessoa e com verbos ativos. Como já foi dito na dica anterior, não se esqueça de incluir palavras-chaves.

5 – Dê uma atenção especial ao item Experiências

Utilizando palavras-chaves, descreva as funções que você ocupou nos empregos anteriores. Contudo, vá além de incluir apenas o nome da empresa, o cargo e o período.  Aposte em vídeos, infográficos, apresentações e outros recursos audiovisuais para mostrar o seu trabalho.

6 – Tenha perfis em mais de um idioma

Não se limite a criação de uma única página português. Crie o seu perfil em outros idiomas, mas sempre usando uma mesma URL. O próprio LinkedIn tem uma ferramenta útil para isso. Clique na seta ao lado do botão “ver perfil como” e escolha a opção “criar perfil em outro idioma”. Feito isso, é só traduzir as informações.

7 – Inclua trabalhos voluntários no perfil

Incluir os trabalhos voluntários no perfil do LinkedIn é uma forma de apresentar os valores pessoais aos recrutadores. O voluntariado é tão importante quanto a experiência formal no mercado de trabalho. Você também pode aproveitar esse espaço para incluir as causas que apoia.

8 – Seja um produtor de conteúdo

O LinkedIn tem uma ferramenta de postagens, que permite transformar o perfil em um verdadeiro blog. Experimente fazer publicações sobre a sua área de atuação e fique mais conhecido entre as suas conexões. Lembre-se: um produtor de conteúdo tem muito mais alcance na rede.

9 – Mantenha o perfil atualizado

Não deixe o seu perfil no LinkedIn esquecido. Você deve atualizá-lo constantemente, incluindo informações sobre trabalhos e formação. Também é interessante atualizar a foto de perfil a cada 4 meses.

10 – Participe de grupos

O LinkedIn mostra aos seus usuários sugestões de grupos, que abordam temas relacionados às palavras-chaves de maior interesse. A sua participação é muito importante para debater assuntos profissionais e até mesmo encontrar anúncios de vagas de emprego.

11 – Nada de falar sobre a vida pessoal

Deixe para falar sobre a vida pessoal no Facebook, Twitter ou Instagram. O LinkedIn é uma rede social exclusiva para a vida profissional.

12 – Interaja com suas conexões

Não seja “mais um cadastro” no LinkedIn. Você deve interagir com as suas conexões e buscar novos contatos relacionados a sua área profissional. Não sabe como interagir? É simples: comente as publicações e parabenize os colegas pelas suas conquistas.
Caprichando na elaboração do perfil, você aumenta as suas chances de arrumar um novo emprego pelo LinkedIn. Uma página bem escrita e detalhada demonstra que o profissional tem interesse, preocupação com a carreira e dedicação.

sexta-feira, 3 de junho de 2016

Os 10 piores erros que um profissional pode cometer agora

A economia do Brasil encolheu e as oportunidades profissionais minguaram. Vagas fechadas, demissões em massa e expectativa negativa dão contornos dramáticos ao cenário de emprego.
E se por um lado há aqueles profissionais de olho nas oportunidades que uma crise pode trazer, há quem faça tudo errado e aumente as chances de perder o emprego.
Mas, quais seriam estes erros? É o que EXAME.com foi investigar com especialistas, gestores e profissionais da área de recursos humanos. Confira quais são os piores comportamentos que uma pessoa pode ter neste período.

1. Pessimismo extremo
“Um dos piores defeitos é achar que absolutamente tudo vai dar errado, comportando-se com pessimismo diante da crise”, diz João Roncati, diretor da People & Strategy.
A atitude é ainda mais dramática e prejudicial para o clima de trabalho quando vem de um gestor. “Em momentos de crise, espera-se uma postura mais madura dos profissionais”, diz Camilla Padua, gerente de Rh da Evino.

2. Otimismo extremo
“Por outro lado, o otimismo cego é um erro. O profissional deve estar bem informado a respeito do cenário para saber até onde pode ir e como poderá fazer a diferença”, diz Roncati. Comportamentos panglossianos serão encarados como sinal de ingenuidade e desinformação. 


3. Especulação
“Contamina todo o ambiente”, diz Fernanda Pancheri, diretora da Note! Comunicação. Locutores da rádio-peão que engulam seco e profetas do Apocalipse que se cuidem. Mas semear fofocas, discórdia e espalhar o pânico no escritório é um péssimo comportamento, segundo os entrevistados.
De acordo com a gerente de Rh da Evino, tem profissional que se desespera e tira conclusões precipitadas e, na maior parte das vezes, fora da realidade. “No momento de crise a tensão é maior para todos. No entanto alguns exageram, uma pessoa passa e não dá bom dia, o outro já acha que será demitido”, diz.

4. Heroísmo
“É um erro grave, o profissional achar que sozinho vai conseguir resolver todos os problemas”, diz Roncati. Quem banca o herói, se desgasta e só revela a própria incapacidade de trabalhar em equipe.

5. Insistir em projetos caros e incertos
Difícil encontrar uma empresa que ainda não tenha ajustado custos para sobreviver à crise. “Gestores buscam alternativas de redução de custo e o profissional deve estar ciente que sugestões de projetos que, pelo contrário, tragam exigências ligadas a aumento os custos, podem não ser bem vistas”, diz Fernanda, da Note Comunicação. É importante entender o momento pelo qual a empresa atravessa e propor projetos que se encaixem no contexto da melhor forma.

6. Paralisia
O medo pode paralisar e entregar-se à inércia é igualmente perigoso para a reputação profissional. “ Às vezes, a pessoa pode ter uma sugestão de melhoria de processos mas fica travado e sente que não falar é melhor para não se expor”, diz Solange Pechibella, gerente de recursos humanos do Grupo Equipamed.
O risco que Solange enxerga é que o foco exclusivo nos problemas atrapalha o surgimento de ideias, tão necessárias para encontrar caminhos na crise.

7. Pedir aumento porque os preços subiram
Um pedido de aumento de salário não está proibido na crise. No entanto há que se justificar com resultados e produtividade. Atribuir o pedido ao aumento dos preços é mostrar-se um tanto quanto egoísta. Afinal, não foi só para você que tudo ficou mais caro.

8. Descomprometer-se com a equipe
Engajamento e comprometimento com o grupo são fundamentais para se destacar também em tempos difíceis, de acordo com Max Tozzini Bavaresco, diretor geral da SONNE. “É importante entender o momento e sentir que faz parte daquele grupo”, recomenda. Fazer o caminho contrário, portanto, pode levá-lo à ruína, ou melhor, ao olho da rua.

9. Deixar de fazer a sua parte
O profissional é protagonista dos seus resultados e deve assumir este papel, diz Bavaresco. Não é só o gestor que deve dar o exemplo. O comportamento de dono do negócio deveria estar presente em todos os níveis hierárquicos, na crise ou na bonança.
Lembre-se as oportunidades profissionais que têm surgido em maior número são para trazer mais eficiência com a substituição de profissionais que não estão entregando os resultados esperados e trazer mais eficiência. Você quer substituir ou ser substituído?

10. Ameaçar levar seu “brilhantismo” a outra freguesia
Especialistas e pessoas com raro conhecimento são os mais propensos a cometer este erro. Ao se considerarem essenciais ao bom andamento da operação, podem usar a necessidade da empresa pelo seu trabalho um elemento de barganha.
“É um momento de parceria e colocar a empresa em uma situação ameaçadora para conseguir alguma vantagem é também um dos piores erros”, diz Camilla Padua, da Evino. 

Fonte: Exame 

terça-feira, 13 de maio de 2014

5 coisas que você nunca deve fazer no seu estágio

Um estágio é a oportunidade perfeita para desenvolver sua carreira, ampliar network e ganhar experiência. Se você, você acabou de começar a estagiar, existem algumas coisas que você precisa saber para tirar o maior proveito possível de sua vida como estagiário.

A seguir, confira 5 coisas que você nunca deve fazer no seu estágio:

1. Chegar atrasado e perder seus prazos
Um estágio é a oportunidade perfeita para mostrar amadurecimento e que você é capaz de lidar com uma vida profissional. Por isso, evite ao máximo qualquer tipo de atraso.

2. Ignorar as regras da empresa
Como um estagiário, você deve estar focado em aprender novas habilidades. Por isso, não se esqueça de observar quais são as práticas comuns das pessoas na sua empresa para que você também as faça.

3. Rejeitar convites para eventos
É essencial que você compareça aos eventos da empresa na qual você estagia. Assim, você tem a chance de conhecer melhor seus colegas de trabalho e fazer com que todos conheçam você também.

4. Nunca pedir por feedback
Não pedir por feedback em um estágio é um erro que você deve evitar. Quando você pergunta sobre seu desempenho ao seu gestor, você mostra que está interessado em aprimorar suas habilidades.


5. Perder a oportunidade de demonstrar gratidão
Lembre-se de sempre agradecer todas as vezes em que alguém ajudar você. Mande um e-mail ou fale pessoalmente, mas não deixe essa oportunidade passar.

Fonte: Universia

terça-feira, 22 de abril de 2014

PASSOS PARA TRANSFORMAR OS SEUS SONHOS EM REALIDADE


Muitas pessoas sonham com tantas coisas que não imaginam como tornar os sonhos em realidade. No entanto, para conseguir este feito, é necessário que existam metas e objetivos para alcançar o sucesso.

Veja abaixo 9 passos para transformar os seus sonhos em realidade:

1. Se recusar a ver as coisas como elas são

Independentemente da maneira que você olhar para alguma coisa, deve vê-la como ela é. Não pode se deixar levar por um momento desagradável – o que uma hora ou outra vai aparecer. Nem tudo pode acontecer conforme o planejado, mas o que irá diferenciá-lo é o fato de conseguir ver o produto final da maneira que deseja – mesmo com os obstáculos.


2 Ver o que pode te motivar

Uma das coisas mais importantes que podem revitalizar os seus sonhos é saber sobre histórias e ler livros que podem motivar você a continuar buscando o seu trabalho almejado. Encontre maneiras de conseguir a motivação necessária para prosseguir.


3. Contrate um instrutor profissional

Muitas pessoas são orgulhosas demais para assumir que precisam da ajuda de um instrutor profissional. Além de fazer com que você siga as metas estabelecidas, ele auxiliará e guiará você a enxergar um futuro que pode ser construído.


4. Repense

Às vezes, você acaba sendo o seu pior inimigo. Você deve considerar o que passa dentro de sua cabeça e filtrar o que pode beneficiá-lo do que está atrasando o seu andamento para conseguir realizar os seus sonhos. Ignore os maus pensamentos, eles não trarão benefício algum.


5. Fique cercado de pessoas que conquistaram o sucesso

É muito importante manter contato e ficar rodeado por pessoas de sucesso. A convivência com estes tipos de pessoas faz com que você queira melhorar cada vez mais, tenha alguém para inspirá-lo e também é uma maneira de aprender o caminho para o sucesso.


6. Reavalie as suas amizades

As suas amizades vão refletir diretamente em sua atitude e maneira de lidar com o cotidiano. Procure pessoas com ambições de crescer na vida, e que sempre procuram realizar os seus sonhos. Porque assim você terá a mesma atitude.


7. Tire fotos dos seus objetivos

Se uma pessoa quer uma casa – que considere a casa dos sonhos -, tire uma foto dela e coloque em um lugar que possa ver todos os dias. Isso é bom para se lembrar-se de seus objetivos. Para cada desejo que você tenha, tire uma foto para lembrar o que deve fazer para consegui-lo.


8. Aceite as falhas

É quase comum que a maioria das pessoas que conquistaram o sucesso, tenham falhado em sua primeira tentativa. Você não pode esperar conseguir tudo o que quer na primeira tentativa – não que seja impossível.


9. Tenha coragem

É necessário ter coragem para conseguir o que você quer. Não deixe que o medo de falhar tome conta. As ações que você tomará irão gerar resultados em retorno para que você consiga melhorar até alcançar o sucesso.

quarta-feira, 9 de abril de 2014

Saiba como ser um profissional resiliente e aproveitar as oportunidades do mercado de trabalho



O mercado de trabalho busca por profissionais competentes, que consigam superar dificuldades e ao mesmo tempo se fortalecer frente aos desafios. Porém, devido ao stress do dia-a-dia, muitos acabam desistindo.  


Por isso, além de competência, o mercado busca por pessoas resilientes.  Este termo refere-se a pessoas flexíveis, que tenham a capacidade de se adaptar a mudanças e que resistam as adversidades. 

Confira algumas dicas que explicam qual é a base do comportamento resiliente. 

Enxergar a oportunidade nas dificuldades e na mudança – Você deve entender que a mudança pode significar a possibilidade de crescimento.

Autoconfiança - É um comportamento relacionado à segurança que o profissional tem para encarar as diversas situações que se apresentam 

Bom humor – As pessoas devem ter capacidade de usar o bom humor para lidar com momentos de stress. 

Controle emocional– Permite ao profissional agir com mais calma e não perder o foco. 

Independência – Pessoas inteligentes não se isolam, mas também não dependem dos outros para realizar seu trabalho. 

Reflexão – ter a capacidade de analisar e refletir é um dos pilares das pessoas de atitude resiliente. 

Valores positivos – Pessoas que seguem seus valores acabam sendo mais resiliente. Não importa de qual valor se trata, mas sim a importância que ela dá a eles.   

Fonte: exame. abril.com. br

segunda-feira, 24 de fevereiro de 2014

COMO PENSAR CRITICAMENTE E FORMAR OPINIÕES PRÓPRIAS


Pensamento crítico é uma habilidade (que nem todos possuem, a propósito) muito útil: é a maneira pela qual podemos nos libertar de ideias pré-fabricadas às quais estamos sujeitos o tempo todo, e finalmente pensar por contra própria.

A expressão, no fim das contas, significa saber absorver importantes informações e ser capaz de usá-las para formar a sua própria opinião sobre determinado assunto – em vez de apenas reproduzir um discurso pronto que se lê nos jornais e revistas, que se ouve na escola ou na igreja ou que é propagado por outras pessoas.

Esta não é uma capacidade com a qual nascemos – normalmente, acontece exatamente o oposto: somos treinados justamente para não desenvolver muito bem nosso pensamento crítico e, desta forma, não sermos muito contestadores. Felizmente, porém, esta é uma habilidade que podemos treinar e, consequentemente, nos tornarmos melhores nela. Veja:

Os 10 problemas mais comuns do pensamento humano

5. Preste atenção nos detalhes certos
Uma das partes mais importantes de pensar criticamente é aprender quais detalhes são, de fato, importantes. Estamos expostos a tanta informação e opiniões diferentes que fica muito fácil se perder nos detalhes. Comece confiando na sua intuição. Se algo não soa verdadeiro para você, eis aí o seu primeiro sinal de alerta.


Na sequência, uma boa dica é refletir sobre quem se beneficia de uma dada informação ou opinião. Se há uma discussão acalorada sobre, digamos, a qualidade da água da torneira e se é adequado ou não consumi-la, preste atenção se dentre as partes envolvidas não está uma indústria de garrafinhas de plástico. Isso nem sempre é algo ruim – às vezes as motivações de uma pessoa podem fazer sua opinião mais válida –, mas é aconselhável pensar em quem pode ganhar com uma ideia.

O que nos traz ao segundo ponto: questione a fonte. Principalmente após a grande disseminação da internet nas últimas décadas, as fontes nem sempre são imediatamente identificáveis. Portanto, se algo parece meio duvidoso, rastreie de onde veio antes de formar uma opinião.

O mesmo vale para os meios de comunicação. Cada publicação ou veículo tem uma vertente – esquerda, direita -, e não é que é impossível acreditar em matéria alguma de política por conta do posicionamento desses meios, mas para o bem do seu pensamento crítico, é bom ter um pé atrás e analisar se o texto traz alguma informação nova (e isenta) ao leitor, ou se serve apenas para reafirmar as convicções da empresa.

Outro detalhe com o qual se deve ter um pouco de cuidado são as afirmações óbvias e de pouco sentido no contexto da discussão. É um truque comum em debates (principalmente entre políticos na televisão) esconder um argumento crítico dentro de uma série de declarações obviamente verdadeiras. É uma estratégia traiçoeira que faz o oponente facilmente se perder, porque começa a concordar com as afirmações, mesmo que não tenham ligação qualquer com o discurso.

Vemos muito isso nos debates. O candidato pergunta ao atual prefeito em busca da reeleição sobre a razão pela qual não foi destinada a verba planejada para a área da saúde. O político responde que a saúde foi sempre uma prioridade na sua gestão, os profissionais da área precisam ser valorizados, é importante equipar nossos pronto-socorros e nos últimos quatro anos a expectativa de vida do brasileiro subiu de 73,1 para 74,6 anos.

Todas as afirmações podem estar corretas, mas nenhuma responde ao que foi pedido. Um olhar desatento poderia concordar com tudo que o prefeito disse e achar que sua resposta foi brilhante. Não caia mais nessa. Quanto mais você prestar atenção a esse tipo de detalhe, mais fortalecido seu pensamento crítico se tornará.

4. Sempre faça perguntas
Saber quais detalhes precisam ser observados é a primeira parte para desenvolver um bom pensamento crítico, mas de nada serve essa habilidade se você não souber que tipo de pergunta fazer em seguida. Afinal, pensar criticamente e fazer perguntas são duas coisas que caminham lado a lado.
A escritora e psicóloga russa radicada em Nova York, Maria Konnikova, sugere uma abordagem um tanto original, usando Sherlock Holmes como exemplo. Segundo ela, depois que o personagem define seus objetivos, ele passa a observar e coletar dados, perguntando-se sempre quais informações desta conversa, pessoa ou situação lhe permitirá reunir os dados que ele não tem e que lhe serão úteis para ver se sua hipótese se mantém.

“Em seguida, ele dá um passo atrás e observa os dados, recombina-os e tenta buscar uma possibilidade diferente, sendo criativo com as informações que possui para verificar se existem novas abordagens a serem exploradas”, explica Konnikova.

O escritor estadunidense Scott Berkun compartilha seu próprio conjunto de questões para se pensar criticamente. “Qualquer um que tenha considerado seriamente algo encontrou fatos suficientes tanto a favor, para adequar seus argumentos, quanto contra”. Berkun ainda cita algumas questões úteis que devemos fazer na construção de um pensamento crítico: “Quem além de você compartilha dessa opinião? Quais são as suas maiores preocupações, e o que você vai fazer para resolvê-las? O que precisa ser mudado para que você tenha uma opinião diferente?”.

Se esses questionamentos soaram familiares, você deve ter percebido a similaridade dessa forma de pensar com o método socrático, em que uma série de perguntas lhe ajuda a revelar o que você pensa sobre um determinado assunto. O importante aqui é sempre se perguntar por que algo é importante e como isso se conecta com as coisas que você já conhece. À medida que você faz isso, você treina seu cérebro para fazer conexões entre ideias e a pensar criticamente sobre as mais diversas informações que você for encontrar.
Como melhorar seu pensamento crítico

3. Cuidado com “achismos”
No árduo caminho de formar um pensamento crítico, devemos também treinar nossos ouvidos para notar pequenas palavras e frases que servem como sinais de alerta. Sabemos que é impossível prestar atenção em tudo, por isso, conhecer algumas frases que tendem a vir antes de um argumento fraco é realmente útil. 

São os famosos “achismos”. Mesmo que de forma sutil, essas expressões entregam que a opinião que vem a seguir muito provavelmente não é bem embasada. O Wall Street Journal até elencou algumas dessas frases – dentre elas, destacam-se, além da famosa “eu acho que”, expressões como “para dizer a verdade”, “só quero que você saiba que” e “só estou querendo dizer que”.

Em um debate de alto nível, você sabe que esse tipo de declaração tende a introduzir uma inverdade. Sinal de que é hora de começar a prestar atenção para, na sequência, começar a fazer perguntas.

2. Conheça e confronte seus próprios preconceitos
Quando falamos sobre o pensamento crítico, é imprescindível nos lembrarmos de que não somos um templo de sabedoria e nós mesmos temos nossas questões a serem resolvidas. E a dificuldade surge justamente porque adoramos apontar as falhas dos outros, mas somos muito ruins em reconhecer preconceitos em nosso próprio pensamento. Todos temos tendências a pensar de certa forma devido a uma gama de fatores, mas parte do pensamento crítico é cultivar a possibilidade de enxergar os fatos fora desses preconceitos.

A ideia básica é resumida pelo escritor inglês Terry Pratchett, em seu livro “A Verdade”. Na obra, Pratchett defende a percepção de que as pessoas só gostam de ouvir o que elas já sabem. “Elas ficam desconfortáveis quando você lhes diz coisas novas, pelas quais elas não esperam. Em suma, o que as pessoas pensam que querem são novidades, mas o que elas realmente anseiam é por antiguidades, que dirão a elas tudo o que elas já pensam e já acreditam ser verdadeiro”, afirma.

Pensar criticamente tem tudo a ver com confrontar esses preconceitos com a maior frequência possível. Difícil? Sem dúvida. Se você se criar o hábito de pensar sob diferentes pontos de vista ao longo do dia, você treinará seu cérebro para fazer isso mais vezes, quase que automaticamente.
“Pensamento mágico” afasta o estresse de situações difíceis


1.Pratique o pensamento crítico sempre que possível
Seguindo a mesma ideia do item anterior, chegamos ao último tópico da nossa lista. Como acontece com qualquer outra habilidade, para ficar bom em pensamento crítico, é preciso praticá-lo todos os dias. O que facilita o trabalho é o fato de que isso pode ser feito em sua própria cabeça. Você também pode, no entanto, se valer de alguns exercícios para forçar seu cérebro a entrar em forma.

Uma tarefa fácil de ser feita é manter algum tipo de diário. A ideia é utilizá-lo para registrar observações casuais ou suas opiniões diante de um assunto enfrentado durante o dia.
O objetivo é escrever diariamente. Assim que você tiver um número substancial de textos produzidos, crie um blog (ou reative aquele seu de aaaanos atrás) e poste suas ideias lá.

Esse exercício é bom não apenas para você, mas também uma ótima maneira de envolver outras pessoas e desafiar a si mesmo a confrontar seus pensamentos com pontos de vista diferentes do seu (certamente algum amigo de um amigo seu não concordará com suas palavras e deixará isso bem claro nos comentários. Essa é a hora de colocar o pensamento crítico para funcionar). Da mesma forma, participar de um debate saudável entre amigos é uma boa forma de praticar.

O que você deve ter em mente é que o pensamento crítico não termina nunca. Quanto mais conhecimento você cultiva, melhor você vai se tornar nisso. E o resultado final é um cérebro que forma melhores argumentos, ideias mais focadas e soluções criativas para os problemas.
Jéssica Maes

sexta-feira, 24 de janeiro de 2014

Confira oito dicas para melhorar a habilidade de falar em público


No decorrer da história, o poder da oratória sempre foi utilizado como uma das mais importantes formas de influenciar as outras pessoas. Hoje, isso não é tão diferente. Saber se comunicar é uma das competências que as empresas mais buscam nos profissionais.

“Quem fala bem, de forma articulada e sensata, consegue defender melhor suas ideias, produtos ou serviços e influenciar positivamente as pessoas”, afirma Stephan Lucas, professor de comunicação da Universidade Estadual da Pensilvânia, EUA, e autor de "A Arte de Falar em Público", lançamento da Bookman Editora. Ele reforça que essa capacidade melhora a performance de profissionais em entrevistas de emprego, reuniões, negociações e no relacionamento interpessoal.

No entanto, falar em público é algo que ainda assusta muita gente. Não faltam pessoas que se sentem acuadas quando, em algum momento, surge ou é preciso se expor para outras pessoas. Para ajudar nesse momento, o especialista Stephan Lucas elencou oito dicas que podem favorecer e melhorar a habilidade de se falar em público. Veja abaixo as dicas do professor:

1 – Use o nervosismo a seu favor


Se você fica tenso ao falar em entrevistas de emprego, reuniões e apresentações, saiba que a maior parte dos grandes empresários e oradores sentem o mesmo. O segredo é utilizar essa tensão a seu favor, transformando-a no que os psicólogos chamam de nervosismo positivo. Dessa forma, é possível controlar e até retirar forças desse sentimento, deixando de ser vítima dele. 

A principal maneira de vencer o nervosismo negativo é estimular pensamentos e imagens mentais positivas. “Para cada pensamento negativo, é preciso criar cinco positivos”, diz o especialista. Entender que apenas uma pequena parcela da tensão de uma pessoa é percebida pelas outras e evitar o perfeccionismo também ajudam a lidar com o sentimento.
2 – Aprenda a escutar

A maioria das pessoas ouve de forma passiva, sem efetivamente absorver o conteúdo. Para ser um ouvinte ativo, é preciso desenvolver esse hábito com treinamento e disciplina. Algumas ações podem ajudar: esforce-se para compreender o ponto de vista do orador; não interrompa e nem conclua as frases antecipadamente; não se deixe distrair por interferências internas ou externas; e não julgue o interlocutor. 

“O foco é outro item essencial a um bom ouvinte. Como pensamos mais rápido do que ouvimos, é fácil deixarmos nossa atenção escapar”, afirma o especialista. Ele conta que uma dica para manter a mente focada é pensar à frente do orador e tentar prever o que vem em seguida, com o cuidado de não tirar conclusões precipitadas. Outra forma de manter a mente atenta é revisar mentalmente o que o orador disse e confirmar se você de fato compreendeu.

3 – Desenvolva seu pensamento crítico                               


Às vezes as pessoas sentem que têm as informações corretas, que o argumento do outro está errado, mas não conseguem se expressar de forma efetiva. A questão é: falar bem exige aprender a pensar bem, para ter a capacidade de organizar e enxergar com clareza as relações entre as ideias.
Atividades como leitura, exercícios de raciocínio crítico e interpretação de textos e palestras ajudam a desenvolver o pensamento crítico. Assim, é possível aprender a identificar pontos fracos no argumento do outro para evitá-los em seus próprios argumentos.

4 – Use exemplos

Os exemplos ajudam a esclarecer e reforçar as ideias. Eles transformam ideias abstratas em concretas e compreensíveis aos ouvintes. Ensaiar a narração de exemplos longos é uma boa maneira de deixá-los mais interessantes, já que eles são como histórias e dependem tanto da forma como são contados quanto do conteúdo. “As pessoas em geral são mais influenciadas por exemplos claros e pessoais. Mas exemplos que trazem dados estatísticos também podem ser úteis em determinados momentos”, comenta Lucas.

5 – Não seja etnocêntrico

Convivemos, nas várias esferas da nossa vida, com pessoas de diferentes descendências, culturas e religiões. Isso exige cuidado com a crença de que nosso grupo ou cultura é superior aos outros – chamada de etnocentrismo. Nesse sentido, devem ser evitadas comparações que identificam um grupo como melhor do que outros. Para ser um comunicador persuasivo em um mundo multicultural, você̂ precisa ter em mente que as pessoas têm crenças e costumes diferentes.

6 – Planeje

Sempre planeje o que você irá falar em ocasiões importantes como entrevistas, reuniões, negociações e apresentações. Procure organizar as suas frases da maneira mais objetiva possível e defina onde quer chegar com cada uma. Também é importante definir as etapas da sua fala; começo, meio e fim devem estar bem divididos. Outro ponto fundamental é se preparar para os possíveis questionamentos sobre os seus argumentos.

7 – Seja ético

Quando expomos uma ideia, assumimos a responsabilidade por ela. Por isso, é importante avaliar se os seus argumentos são eticamente fundamentados. Você acredita no que fala? Suas frases são coerentes com o bem estar dos demais? Em entrevistas de emprego ou negociações, por exemplo, é importante encontrar o equilíbrio para vender bem seu trabalho ou produto/serviço de forma verdadeira. Não é novidade que mentir em entrevistas de emprego e negociações pode trazer consequências bastante negativas, já que a verdade sempre acaba vindo à tona.

8 – Preste atenção na linguagem

Durante a comunicação, a linguagem utilizada deve ser precisa e clara. Para utilizar as palavras com precisão, reflita sobre o que você quer dizer, exatamente. O dicionário é um bom aliado nesse caso. Utilizar palavras familiares e concretas e evitar a redundância são formas eficazes de deixar as frases mais claras e ser imediatamente compreendido pelos ouvintes.
 Fonte: Administradores