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quinta-feira, 3 de março de 2016

Spotlight e os ensinamentos sobre gestão


Lições do vencedor do último Oscar de melhor filme podem ser aplicadas na gestão das empresas


A 88ª edição do Oscar trouxe algumas surpresas, entre elas, a vitória de Spotlight como melhor filme. Na trama, baseada em fatos reais, um grupo de jornalistas de Boston (EUA) está imerso em uma investigação sobre abusos de crianças por padres católicos. O trabalho traz grandes aprendizados que podem ser aplicados na gestão das empresas.
O grupo de jornalistas do The Boston Globe realiza uma meticulosa apuração antes de divulgar suas reportagens. O levantamento sobre as denúncias pode durar meses e até anos, pois exige a confirmação dos fatos. 

Se traçarmos um paralelo com qualquer empresa no mercado, podemos compará-la, por exemplo, a um grupo de inovação. Da mesma forma que eles precisam apurar os fatos, cruzar informações e ter certeza de que estão no caminho correto, uma equipe necessita de tempo para desenvolver e executar algo novo. Testar os produtos e serviços, assim como saber qual a aceitação do mercado, antes de lançá-lo, é essencial.
Em Spotlight, os jornalistas levaram alguns anos levantando e checando as informações, consumindo tempo e recursos financeiros da empresa. Entretanto, a direção da companhia manteve o grupo ativo, mesmo sem geração de receita oriunda das matérias. 
Uma organização deve agir da mesma maneira: um projeto pode demorar tempo até ter um produto ou serviço que valha a pena ser lançado no mercado. Quem se compromete a ter um grupo de inovação ativo, precisam acreditar e investir no projeto para receber um retorno a longo prazo.

Outro aspecto interessante tratado no filme é a confidencialidade. Apenas poucas pessoas sabiam da investigação e, muitas vezes, excluir das reuniões outros “chefes” de departamento era necessário. Isso pode soar rude ou mal-educado, mas é um aspecto que precisa ser respeitado, pois, sem o sigilo, abre-se portas para os concorrentes. Tanto no filme como nas instituições, ser inovador é fundamental para ganhar market share.
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Durante a trama, os jornalistas-investigadores perceberam que outra equipe estava próxima, porém, tiveram a agilidade para publicar suas matérias primeiro. Uma empresa precisa saber o momento certo para apresentar seu produto, avaliando o mercado que está inserido. Se a ação for realizada muito cedo, pode não causar o resultado esperado ou, se demorar, o concorrente pode fazê-lo na frente. Gerenciar essas expectativas e o timming certo é uma arte.

Outro ponto de reflexão sobre o mundo empresarial é a ética. No filme, o responsável pelo grupo de jornalistas deixou passar despercebido provas que envolviam a igreja. Ao descobrir a falha, o personagem levou o caso ao diretor. 
Esse, por sua vez, não rebaixou o funcionário, incentivou-o para que continuasse a investigação. Deve ser assim nas organizações. Ao invés de punir ou desestimular os colaboradores, procure incentivá-los na busca da melhoria contínua.

quarta-feira, 19 de março de 2014

Oportunidade de estudo no exterior para brasileiros


Segue, até março de 2014, as inscrições para aqueles que sonham em estudar no exterior, mais especificamente no país com o sistema de ensino considerado o 3º melhor do mundo, a Holanda. 

O país está oferecendo bolsa de estudos para mais de 150 cursos através do Orange Tulip Scholarship Programme 2014 (OTS), programa que concede bolsas de graduação e pós-graduação, integrais e parciais, em diversas universidades holandesas, exclusivamente para estudantes brasileiros.

As oportunidades são para cursos em áreas como Negócios, Comunicação, Design, Direito, Finanças, Ciências Sociais, Ciências da Saúde, Ciências Naturais, T.I, Engenharia, Turismo e Indústria Criativa. 

As bolsas oferecidas possuem diversos valores e o benefício mais alto chega a 32.500 euros por ano, valor custeado pelas próprias instituições holandesas. Em todos os cursos as aulas são ministradas totalmente em inglês. 

Para participar, os candidatos devem acessar www.nesobrazil.org/ots e verificar a relação de cursos e os valores das bolsas oferecidas por cada universidade. 

Vale lembrar que todo material deve apresentar tradução juramentada para o inglês. 

Os critérios de admissão variam de acordo com a instituição escolhida, mas proficiência na língua inglesa (comprovada através dos exames Toefl ou Ielts) e documentos que comprovem grau de escolaridade são mandatórios.

Os interessados devem preencher o formulário de inscrição, disponível aqui e enviar por e-mail para info@nesobrazil.org. 


As inscrições vão até março/2014 e o resultado da seleção será divulgado em maio do próximo ano. Veja as informações abaixo. 

Período de inscrição: de 10/09/2013 até 24/03/2014 Análise de candidaturas: 24/03/2014 até 07/05/2014 

Resultado final: 12/05/2014 

Início das atividades na Holanda: a partir de setembro/2014

segunda-feira, 17 de fevereiro de 2014

Os 10 livros que toda mulher de sucesso deve ler


Vários são os fatores que fazem uma mulher alcançar o sucesso, dentre eles, o conhecimento é um dos pontos chaves que embasa tanto habilidades como atitudes, pois leva a refletir sobre nossas ações e assim podemos ajustá-las de acordo com as oportunidades que nos surgem,  sendo esta uma das premissas para o sucesso de qualquer pessoa.

A lista que apresento aqui, não tem a pretensão de se tornar uma bibliografia obrigatória para mulheres,  até porque excelentes livros ficaram de fora, e vários outros ainda estão por vir, mas quero que com estas sugestões você possa ampliar seus conhecimentos para assim vencer e ter sucesso não somente na carreira, mas em todas as áreas que uma mulher deseja se destacar.

1 - Faça Acontecer – Mulheres, trabalho e a vontade de liderar, de Sheryl Sandberg

O livro lançado em 2013 pela Chefe Operacional do Facebook, apontada como a 10ª mulher mais poderosa do mundo pela revista Forbes, despertou polêmica ao levantar a questão da estagnação das mulheres em suas carreiras, apontando fatores relacionados a forma de agir e pensar como algo fundamental para o sucesso da mulher no âmbito profissional. O livro trás ainda sugestões  práticas de como resolver questões pessoais  para atingir um alto  potencial de desempenho e assim chegar ao topo nas organizações.

2 - Feito Homem – A jornada de uma mulher ao universo masculino, de Norah Vincent

Norah Vincent queria saber como realmente era a vida dos homens, pois muitas mulheres sempre acreditaram que eles vivem melhor do que elas. Para descobrir por si mesma se isto era verdade, por dezoito meses ela se disfarçou de homem e relatou tudo o que pode perceber neste livro, acerca do universo masculino. Tendo estado onde certamente nenhuma mulher esteve, Norah Vincent narra de forma bem humorada e cativante os muitos mistérios singulares da identidade de gênero.

3 - Nos negócios jogue como homem,  vença como mulher, de Gail Evans

De forma direta, Gail Evans faz uma análise realista e sincera do segredo para o sucesso nos negócios e ensina mulheres de todos os níveis de uma organização através de exemplos práticos, como participar do “jogo” aumentando assim as chances de sair vencedora.

4 - Homem líder, mulher líder, de Michael Gurian & Barbara Annis

O livro apresenta ferramentas científicas para que os leitores possam compreender o cérebro feminino e masculino além de entender a si mesmo e uns aos outros. Analisando a diferença de homens e mulheres e como através do equilíbrio de uma equipe mista, as empresas podem alcançar maior vantagem competitiva, utilizando o que cada gênero tem de melhor.

5 - Mulheres, elas fazem historia, de Mayla Di Martino

Com coragem e comprometimento social, 64 executivas integrantes do Espaço Mulheres Executivas (MEX-Paraná),  relatam os desafios enfrentados para chegar a posições de liderança. Além de refletir sobre as condições que podem tornar o mundo corporativo, mais afável ao equilíbrio entre trabalho e vida pessoal, tanto para homens quanto para mulheres.

6 - Executiva, a heroína solitária, de Emerson Ciociorowski

Escrito de forma leve, cativante e fluída, o autor busca levar mulheres, a uma reflexão profunda, sobre a importância de seu papel na vida e sua responsabilidade na concretização de um mundo melhor. Através de temas instigantes, a leitora é convidada a explorar o potencial que cada mulher tem mas que consequentemente é esquecido por falta de tempo e coragem.

7 - Mulheres que correm com lobos – Mitos e Histórias do arquétipo da mulher selvagem, de Clarissa Pinkola Estes

Este livro propõe que toda mulher tem em si um lado a ser descoberto, uma essência selvagem e poderosa que procuramos esconder, ou não entrar em contato por medo de nós mesmas, no entanto, a autora descreve, através da análise de mitos que este lado feminino nos coloca frente a frente com nosso eu verdadeiro, transformando a realidade através da força que está por trás de cada mulher, contribuindo assim para que a essência feminina se fortaleça e possa guiar cada uma para o sucesso e realização pessoal.

8 - Marketing da Mulher,  de Vanda Neves

De forma clara e reflexiva, Vanda Neves desafia elas a promoverem mudanças que muitas desejam, mas acabam não concretizando. Com a proposta de ser um guia para mulheres o livro mostra através de princípios do marketing que é possível ser mulher e amante, ter uma carreira e ser mãe, abraçar muitas causas e ser uma pessoa mais feliz.

9 - Mulheres no topo – Como mulheres bem sucedidas conciliam trabalho e família, de Diane F. Halpern e Fanny M. Cheung

Através do depoimento de profissionais influentes, as autoras buscam mostrar que é possível conciliar família e trabalho através da discussão dos principais dilemas vividos pelas mulheres na sociedade contemporânea: ser uma boa mãe e esposa e ao mesmo tempo conquistar o sucesso profissional.

10 - A era da mulher – Entenda e prepare-se para a mudança econômica em curso, de Alison Maitland

O livro aponta a importância e a força econômica das mulheres, argumentando que a posição feminina como consumidoras, profissionais e lideres tem sido reconhecida como um indicativo de saúde, maturidade e viabilidade econômica. Apontando que as mulheres atualmente exercem um papel essencial para as soluções do mercado de trabalho, para a diminuição das taxas de natalidade e para a escassez de qualificações.

quinta-feira, 23 de janeiro de 2014

Mercado de trabalho continua desigual e frágil, diz OIT


A situação global do mercado de trabalho continua desigual e frágil. A fraca recuperação da economia mundial não foi capaz de conduzir a uma melhoria nos mercados, que ainda tem milhões de desempregados. Entretanto, segundo relatório Tendências Mundiais de Emprego 2014, produzido pela Organização Internacional do Trabalho (OIT), há sinais encorajadores da recuperação econômica nos países desenvolvidos mais afetados pela crise financeira mundial que começou em 2008. Clique para ler o relatório em inglês ou em espanhol.
O desemprego global em 2013 chegou a quase 202 milhões — esse número representa um aumento de quase 5 milhões comparado com o ano anterior. Tal índice reflete o fato de que o emprego não está expandindo com a rapidez suficiente para manter-se com a força de trabalho crescente. De acordo com os dados da OIT, o crescimento do emprego continua fraco, o desemprego continua aumentando, principalmente entre os jovens, e um grande número de potenciais trabalhadores permanece fora do mercado de trabalho.
Se a tendência atual continuar, até 2018 serão criados 200 milhões de empregos adicionais. Número menor do que o necessário para absorver a demanda crescente de trabalhadores que ingressam no mercado de trabalho. Durante esse período, seriam criados cerca de 40 milhões de empregos por ano. Porém, 42,6 milhões de pessoas devem ingressar no mercado de trabalho a cada ano.
Os jovens continuam a ser os mais afetados pela fraca recuperação da economia mundial. Cerca de 74,5 milhões de jovens entre 15 e 24 anos estão desempregados — quase 1 milhão a mais do que no ano anterior. Isto representa uma taxa de desemprego juvenil de 13,1%.
O Diretor Geral da OIT, Guy Ryder, defende que é preciso repensar as políticas. “Devemos intensificar nossos esforços para acelerar a geração de empregos e apoiar as empresas que criam empregos”, afirmou.
Recuperação econômica
Mesmo com as fracas taxas de crescimento, os países desenvolvidos têm apresentado sinais de recuperação da economia e as perspectivas de crescimento tornaram-se um pouco mais otimista. No entanto, o relatório aponta que uma recuperação mais sólida era possível, mas foi barrada devido ao ritmo e aspereza com que as políticas de consolidação orçamental têm sido implementadas, pela falta de coerência com as políticas monetária e pela falta de coordenação política entre os países.

Enquanto a economia de alguns países europeus encolheu durante a crise, o que afetou a produção anual, países emergentes e em desenvolvimentos não foram tão atingidos. Por exemplo, se a Grécia tivesse crescido no mesmo ritmo ao longo do período de 2007 a 2013, como fez ao longo das duas décadas antes da crise econômica global, a sua economia seria agora 19,7% maior em relação a 2007. Em vez disso, encolheu 23,5%.
Já Brasil, Filipinas e Indonésia, principalmente, têm crescido mais rápido, em média, nos últimos seis anos do que nas duas décadas anteriores. 
Emprego por regiões
O Oriente Médio e Norte da África continuam sendo a região com o maior número de desemprego do mundo. Nessa região, em 2013, o crescimento econômico foi muito baixo para gerar oportunidades de emprego suficientes para uma população que cresce rápido.

No Brasil, a taxa de desemprego desceu ligeiramente de 6,9% em 2012 para 6,7 em 2013. A previsão da OIT é que a taxa continue diminuindo passando para 6,6% em 2014. 
Nos países de economias desenvolvidas e na União Européia, não houve nenhuma melhora em relação as condições do mercado de trabalho, em 2013. Na América Latina e no Caribe, o crescimento do emprego continuou sendo mais rápido que a expansão da população ativa. Na Ásia Oriental, o crescimento do emprego manteve-se fraco, bem como o crescimento da força laboral. No Sudeste Asiático e Pacífico, o emprego aumentou 1,6% em 2013 e estima-se que superará o crescimento da população em idade de trabalhar durante os próximos anos.
Ainda, no Sul da Ásia, os mercados laborais continuaram afetados pelas altas taxas de emprego informal na agricultura, onde os empregos são mal remunerados e carecem de proteção. E na África Subsaariana, as oportunidades de emprego remunerado são escassas e a taxa de emprego vulnerável, que chegou a 77,4% em 2013, foi a mais alta registrada em todas as regiões.
A duração do desemprego prolongou-se de maneira considerável. Em alguns países como Espanha e Grécia, aqueles que procuram trabalho precisam do dobro de tempo para encontrar um emprego do que antes da crise financeira mundial de 2008. Além disso, um número cada vez maior desses potenciais trabalhadores fica desalentado e sai da força de trabalho, o que produz uma deterioração e uma obsolescência das qualificações, bem como um aumento do desemprego por longo tempo, declarou Ekkhard Ernst, principal autor do relatório.
O relatório também traz uma análise da desaceleração do crescimento nas economias emergentes. Entre 2011 e 2013, o crescimento nas economias emergentes desacelerou acentuadamente. Por exemplo, na década anterior, a China cresceu 10,5% anualmente, mas o crescimento desacelerou para 7,6% em 2013 e espera-se diminuir na sequência de uma média de 7% no período de 2014-2018.
Emprego informal
Nos países em desenvolvimento, o emprego informal continua se prolongando e o ritmo das melhorias na qualidade do emprego está diminuindo. Isto significa que um número menor de trabalhadores está saindo da pobreza.

Em 2013, o número de trabalhadores em situação de extrema pobreza — vivendo com menos de 1,25 dólar por dia — diminuiu 2,7% em nível mundial, uma das taxas mais baixas da última década.

A recuperação mundial dos mercados de trabalho está sendo freada por um déficit na demanda agregada. Em muitas economias desenvolvidas, as drásticas reduções do gasto público e o aumento dos impostos sobre a renda e o consumo impõem uma carga pesada sobre as empresas privadas e famílias.

segunda-feira, 12 de setembro de 2011

9 de setembro - Dia do administrador


No dia 09 de setembro é dia do administrador, a profissão está completando 46 anos, é uma profissão muito jovem, no entanto segundo o Censo da Educação Superior em 2009, Administração era o curso superior mais procurado.

Isso deve-se principalmente a grande quantidade de áreas onde os profissionais formados em Administração podem atuar. Administração de empresas, de fazendas, administração hospitalar, gestão de pessoas, recrutamento e seleção, marketing, consultoria, administração financeira, professor de graduação, gestão estratégica, etc.

Essas são apenas algumas áreas onde o Administrador pode atuar.

As empresas não são obrigados a terem um profissional Administrador, porém o reflexo disso é que a maioria das empresas fecham suas portas nos primeiros anos de vida. A administração é importante para as empresas, mas também é útil para nós mesmos, para que saibamos administrar nossas próprias vidas.

Como é que vamos administrar uma empresa se não dermos conta de administrar nossas próprias vidas.

Temos muito a comemorar neste dia, mas precisamos nos empenhar para que nossa profissão seja ainda mais reconhecida, infelizmente ainda vemos muitas pessoas dizendo que são administradores, porém nunca cursaram Administração e nem ao mesmo utilizam as técnicas e teorias da Administração.

Parabéns aos Administradores e estudantes de Administração!