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segunda-feira, 21 de março de 2016

MEC disponibiliza curso de inglês on-line e gratuito

Todo mundo sabe que na atualidade saber falar inglês é essencial. Mas muitas pessoas, por causa da correria e dos valores findam por não conseguir fazer um curso de inglês.

Pensando nisso, o Ministério da Educação (MEC), em parceria com a Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES), oferece aulas de inglês gratuitas para estudantes oriundos de instituições de ensino superior públicas e privadas no Brasil. Trata-se do curso My English Online. A plataforma on-line foi criada com o objetivo de preparar os estudantes para participar do programa Ciências Sem Fronteiras. Sendo assim, alunos de graduação ou pós-graduação podem participar. Ao mesmo tempo, pessoas que precisam ou querem aprofundar seus conhecimentos em inglês podem utilizar a ferramenta para isso.Se o interessado estuda em universidade privada, é preciso ter obtido pelo menos 600 pontos de média em alguma edição do Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM), válida a partir de 2009.

O usuário terá acesso a livros interativos, leituras graduadas (National Geographic), exercícios de gramática (com correção imediata), dicionários, atividades para prática oral e testes de acompanhamento. Além disso, os materiais podem ser impressos para prática posterior, sem necessidade de consulta ao computador.
O curso é dividido em cinco níveis de aprendizado. Cada nível contém três partes (que deve concluída em até 60 dias) abrangendo atividades com e-Book, vídeo, gramática e leituras. A duração máxima de cada etapa é de 180 dias. Ao final de cada parte, o usuário deverá fazer um Teste de Progresso como preparação para a Prova Final do nível.
Para iniciar o curso, o estudante deve se cadastrar na plataforma e assinar o Termo de Compromisso. Depois disso, o usuário tem até 45 dias para começar os estudos. Clique aqui para de cadastrar!

segunda-feira, 19 de outubro de 2015

Aplicativo do Portal de Periódicos está disponível para usuários


Usuários do Portal de Periódicos, das mais de 400 instituições participantes, poderão baixar o aplicativo da biblioteca virtual para acessar os conteúdos assinados pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) com editores internacionais. O app do Portal de Periódicos está disponível para IOS, android e outros sistemas operacionais, nas categorias Referência e Educação.

O aplicativo, desenvolvido em parceria com a Rede Nacional de Ensino e Pesquisa (RNP), permite o acesso remoto via Comunidade Acadêmica Federada (CAFe). É possível realizar buscas rápidas por assunto, periódico, base e livro, todos com a funcionalidade de autopreenchimento. O usuário ainda consegue navegar em websites referenciados pelos resultados de busca, além de ler e exportar os artigos em formato PDF.

O usuário acessa periódicos, referências bibliográficas com resumo, teses e dissertações, normas técnicas, livros, obras de referência, estatísticas, patentes, arquivos abertos e redes de e-prints. São inúmeras possibilidades de pesquisa dentro do universo científico oferecido de forma rápida e prática pelo aplicativo do Portal de Periódicos.

Portal de Periódicos
Criado em novembro de 2000 para democratizar o acesso a conteúdos científicos de alto nível produzido no mundo, o Portal de Periódicos oferece acesso a mais de 36.000 títulos com texto completo, 130 bases referenciais, 12 bases exclusivas para patentes e mais de 250.000 e-books. O portal ainda oferece conteúdo gratuito selecionado, como bases de livre acesso, periódicos nacionais com boa classificação no Programa Qualis-Capes, além dos resumos de teses e dissertações defendidas no país.
Clique aqui e acesse o Portal de Periódicos da Capes.

terça-feira, 13 de setembro de 2011

Biblioteca do Congresso dos EUA disponibiliza arquivo musical na web


A biblioteca do Congresso norte-americano (Library of Congress), em parceria com a Sony, disponibilizou na internet seu catálogo de músicas, discursos, poesia e comédia gravados no país até o ano de 1925. No total são mais de 10 mil arquivos que podem ser acessados pelo site do serviço.

Segundo o jornal "The Washington Post", o chamado "National Jukebox" é considerado o maior acervo de gravações históricas já disponibilizado na web. A biblioteca afirma, também, que o conteúdo será atualizado nos próximos meses e anos. Um livro virtual chamado "Victrola Book of the Opera" mostra a descrição de 110 óperas da época, com ilustrações, sinopses e uma lista de gravações.

"A falta deste conteúdo cirou uma amnésia cultural. Eu acho que o 'National Jukebox' fará com que as pessoas redescubram os artistas e personalidades", disse o criador da área de audiovisual da biblioteca do Congresso dos EUA, Patrick Loughney.

quinta-feira, 18 de agosto de 2011

EUA: apenas 10% dos alunos acha importante escrever em papel


Um dia após o Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br) divulgar os resultados de uma pesquisa sobre o uso da rede no processo educativo da rede pública de ensino, o site americano Education Database Online apresenta um infográfico que demonstra a frequência de acesso dos alunos locais à tecnologia e aos gadgets eletrônicos em geral.

As diferenças são evidentes, como era de se esperar, mas é curioso perceber que por lá também há discrepâncias de conceito, como o fato de que apenas 10% dos alunos acredita que anotações no caderno são importantes para os estudos.

De acordo com a pesquisa, 98% dos estudantes possuem algum tipo de dispositivo eletrônico e, segundo dados de um levantamento da Universidade de Maryland, a abstinência de uso da tecnologia por aproximadamente 24 horas levou vários jovens a apresentar sintomas similares aos da dependência de drogas e álcool.

No momento em que se discute o futuro do livro e a lenta adoção do ebook como formato de leitura, impressionantes 46% dos entrevistados apontou preferência pelo formato digital para suas leituras, ao passo que 82% deles utiliza os dispositivos eletrônicos para escrever.

Enquanto a pesquisa do CGI.br afirmava que "apenas 20% dos professores se utilizam dos recursos da internet como instrumento para organizar e mediar a comunicação entre professor e aluno e entre os próprios alunos", o levantamento do Onlineeducation afirma que 91% dos estudantes dos Estados Unidos troca informações com seus professores pelo Twitter e 13% deles os contata via celular.

quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

Portal Bab.la

Acessem o portal bab.la (http://pt.bab.la/) um site interativo com dicionários multilíngües, fóruns, testes sobre cultura e idiomas, entre outros recursos.

sexta-feira, 17 de dezembro de 2010

Amantes de livros e editoras tentam se adaptar aos e-books


Auriane e Sebastien de Halleux debatem intensamente o livro “A Garota Com Tatuagem de Dragão”, mas a discussão não se refere ao enredo da obra. O problema é que ela prefere a versão em livro, enquanto ele prefere ler em seu iPad. O casal diz que nesta disputa literária eles jamais irão entrar em acordo.

“Ela fala sobre o cheiro do papel e da sensação de segurá-lo em suas mãos”, explica Sebastien de Halleux, 32, que diz que o conteúdo é o mesmo, não importa o meio. E acrescenta, levemente irritado: “Ela usa a palavra “real”.

Até o final deste ano, 10,3 milhões de pessoas devem adquirir leitores de livros digitais nos Estados Unidos, o que significa uma venda de 100 milhões de e-books, segundo a previsão da empresa de pesquisa de mercado Forrester. É um crescimento considerável em relação aos 3,7 milhões de leitores digitais e 30 milhões de e-books vendidos no ano passado.

Esta tendência está causando caos no mercado editorial. Porém, dentro dos lares, a trama tem um toque pessoal, pois os casais possuem opiniões distintas sobre a “maneira correta” de ler. Na hora de dormir, por exemplo, o casal deita-se lado a lado e enquanto um vira as páginas de um livro iluminadas pelo abajur, o outro faz sua leitura no painel eletrônico de um Kindle ou na tela de LCD de um iPad, sendo que cada um dos dois fica julgando o outro em silêncio.

Embora não existam estatísticas sobre a dimensão desta disputa, a indústria editorial presta atenção e tenta descobrir como comercializar livros para as famílias que leem de formas diferentes.

Algumas livrarias e editoras estão testando a venda casada de livros impressos com e-books a um preço especial. A livraria americana Barnes & Noble começou a oferecer pacotes em junho em cerca de 50 lojas e planeja ampliar o programa até o final deste ano, conta Mary Ellen Keating, porta-voz da Barnes & Noble.

O grupo editorial Thomas Nelson, especializado em livros religiosos, oferece e-books gratuitos junto às cópias impressas de alguns títulos. Tal iniciativa agrada aos leitores que desejam compartilhar livros com a família e amigos e preferem ler em diferentes formatos, explica Tod Shuttleworth, vice-presidente sênior e editor da Thomas Nelson. Os pacotes têm vendido bem e a Thomas Nelson planeja adicionar outros durante a temporada de compras de Natal.

Enquanto isso, a Amazon.com tenta convencer os amantes de livros impressos de que “a leitura no Kindle é bem diferente da leitura na tela do computador”. Seu site promete uma tela de exibição na qual o texto “salta” da página, criando uma experiência de leitura muito semelhante ao papel impresso, pois não ofusca os olhos em locais iluminados, nem brilha demais no escuro.

A Sony, que lançou uma nova linha de leitores de livros digitais recentemente, diz que eles estão menores e mais leves do que antes, com textos mais claros e telas sensíveis ao toque, a fim de que se pareçam mais com os livros impressos. “O que mais ouvimos do público foi a necessidade de senti-lo como um livro, para que você esqueça que tem um aparelho nas mãos”, explica Steve Haber, presidente do setor de leitura digital da Sony.

“Esta estratégia de marketing ressalta uma dificuldade maior: o desejo de manter a indústria de impressão viva de modo a não alienar um mercado central, ao mesmo tempo em que se estabelece uma base para um futuro que os editores consideram cada vez mais digital”, diz James L. McQuivey, analista da indústria de leitores digitais da Forrester.

“Há muito mais ligação emocional com o livro em papel do que com um CD ou DVD”, diz Mike Shatzkin, fundador e diretor da Idea Logical Co., empresa que presta consultoria digital a editoras. “Não é algo lógico, é visceral”, diz ele.

Um pacote incluindo um livro impresso e outro eletrônico teria sido útil para Liz Aybar, 35, e Betsy Conti, 31, um casal de Denver. Elas gostam tanto de ler juntas, que quando leram “A Garota Com Tatuagem de Dragão” em brochura, Conti arrancou partes do livro à medida que ia terminando para que Aybar pudesse lê-las.

Contudo, a partir do momento em que Conti, que é diretora de tecnologia, comprou um iPad, ela mudou de lado. Atualmente, ambas estão lendo “O Elemento-Chave”, de Ken Robinson, mas compraram dois exemplares distintos – um livro impresso por 15 dólares e uma versão Kindle de 13 dólares para o iPad.

“Me sinto mais conectada a um livro do que ao iPad”, conta Aybar, que trabalha para uma ONG da área de educação.

A editora Alexandra Ringee e seu marido, Jim Hanas, escritor de ficção, ambos com 41 anos, se apaixonaram em meio aos livros. Eles recordam que um de seus primeiros encontros aconteceu em um festival de livros usados em Nova Iorque. Eles se casaram em uma livraria do SoHo e hoje moram em um apartamento no bairro Park Slope, decorado com estantes de livros cobrindo as paredes do teto ao chão. Ela coleciona anuários antigos e livros de autoajuda. Já ele prefere ler em seu iPad.

“Em minha opinião, a leitura real é a dos e-books e os livros impressos tornaram-se objetos de colecionadores”, afirma Hanas, que já publicou contos em revistas literárias como a McSweeney’s e prepara o lançamento de seu novo livro, com o título em inglês “Why They Cried”, o qual será publicado apenas no formato digital.
“É incrível observar que as pessoas ainda estão passando por fases de aceitação de que as versões impressas estão indo embora, dizendo que gostam de sentir e cheirar os livros. Também passei por isto, mas já superei.”

Para Erin e Daniel Muskat, um casal do Brooklyn, a briga dos livros tem atrapalhado o hábito de leitura a dois. Erin Muskat, que é consultora de mídia e tem 29 anos, comprou um iPad antes da lua de mel para seu marido, que tem 33 anos e trabalha na loja de calçados da família. Não demorou muito para ela descobrir que a leitura eletrônica entrava em choque com a leitura tradicional.

“Eu trouxe um livro comigo e quase não li”, conta Erin. “Costumávamos ir à praia e levar nossos livros, mas agora ele leva um iPad e não sinto que ele está lendo comigo.”

Para Sebastien de Halleux, executivo de um fabricante de jogos, trava uma batalha entre os gostos de leitura que já passou para uma nova geração. Ele e sua esposa leem para seu filho Tristan, de 3 anos. Ele lê O Ursinho Puff para a criança em uma tela. Já ela prefere ler a história na versão de livro impresso.

Sebastien de Halleux diz que acredita que o menino vai acabar preferindo a versão digitalizada. “Ele gosta, pois você pode aumentar o zoom sobre os objetos”.

Ele conta que a discussão em sua casa acabou envolvendo também os seus pais. Seu pai prefere as brochuras, com o argumento de que elas podem ser mais facilmente compartilhadas, enquanto sua mãe prefere os e-books, que segundo ela facilitam a vida de quem tem a visão enfraquecida pela idade.

“A discussão é quente”, diz Sebastien de Halleux. “É um tema que divide opiniões no momento.”

terça-feira, 14 de dezembro de 2010

Google lança loja de livros eletrônicos com mais de 3 milhões de obras gratuitas



O Google inaugurou na segunda-feira (6) sua aguardada loja virtual de livros eletrônicos, que recebeu o nome de “Google eBooks”. A compra de obras, por enquanto, está disponível apenas para usuários dos Estados Unidos, e a previsão é que chegue a outros países a partir do primeiro trimestre de 2011. Títulos gratuitos, entretanto, já podem ser acessados por qualquer usuário.

Ao todo, são mais de três milhões de obras grátis disponibilizadas e “centenas de milhares” pagas. “Hoje é a primeira página de um novo capítulo em nossa missão de promover acesso aos tesouros culturais e educacionais que conhecemos como livros”, anuncia o gerente de produtos do Google Abraham Murray, em um post no blog oficial da companhia.

O modelo adotado pelo se diferencia do praticado por concorrentes como a Amazon, que libera o download dos e-books após a compra. Na loja virtual da gigante de buscas, o usuário escolhe o livro e o adiciona em uma “estante” online própria que fica vinculada à sua conta no Google. Assim, ele pode acessar o conteúdo da obra por meio de qualquer dispositivo que tenha um navegador, como um computador, um smartphone ou um tablet.

Adicionalmente, o Google liberou ainda aplicativos próprios para Android e iOS que trabalham com os livros “na nuvem”. A plataforma ainda permite que o usuário compre livros diretamente de autoras e editoras independentes, que assinaram contratos com o Google para a disponibilização de seu acervo.

segunda-feira, 8 de novembro de 2010

Portal de ensino de ciencias



Este portal de ensino é desenvolvido pela USP e contém o seguinte:
Atividades e Experimentos: Ensino de Ciências, Física, Biologia e Química; Experimentos legais que você pode fazer em casa, se propõe a dar ao leitor a sensação do que seja realmente ciência;
Acesso a textos e apostilas, revistas e livros;
entre outros.

sexta-feira, 15 de outubro de 2010

Tecnologia e o presente da pesquisa acadêmica


Se a idéia que você tinha de fazer pesquisa acadêmica era ficar por horas a fio numa biblioteca, cercado de pilhas de livros e outros documentos em papel, atualize-se: cada vez mais a tecnologia tem influenciado a atividade de pesquisa, contribuindo até mesmo para mudar a rotina de alguns pesquisadores.

Da criação de suportes de informação como leitores de e-books até a proliferação de repositórios de documentos e periódicos eletrônicos, os avanços tecnológicos vem contribuindo muito para facilitar (ou complicar, dependendo do ponto de vista) a busca por informação. Para os que já se acostumaram a usar bases de dados para pesquisa de artigos, por exemplo, já existe uma novidade interessante: a possibilidade de baixar artigos inteiros no celular! 

No caso, a editora IBIMA Publishing, especializada em publicações acadêmicas e que é de acesso aberto (ou seja, gratuito), criou a possibilidade de baixar documentos em formato iPhone, especificamente para serem lidos no aparelho da Apple.

Tudo indica que em breve outras editoras trarão opções semelhantes, incluindo outros modelos de celular. Assim, talvez daqui a algum tempo você receba uma mensagem de texto dizendo que há uma nova publicação sobre o seu tema de pesquisa, e você poderá decidir dar uma olhadinha no conteúdo enquanto almoça no restaurante ou espera na fila do banco… imaginando que isto seja possível, ficará mais fácil divulgar um artigo interessante para a sua rede de contatos, reforçando uma noção de “Web 2.0 acadêmica”.

Da mesma forma, amplia-se o uso de tecnologias como o 3D com finalidades acadêmicas. Se a prática já é bastante comum em áreas como a Medicina e a Física, agora ela é empregada também nas publicações online de áreas das Humanidades: recentemente, a Society of Architectural Historians inaugurou uma nova plataforma para o seu principal produto, o Journal of the American Society of Architectural Historians (acesso pela base Jstor, a partir dos micros da biblioteca ou da sua casa, se você tiver cadastro no VPN). 

Além dos tradicionais textos em PDF, a plataforma oferece possibilidade de visualizar imagens e mapas em 3 dimensões, além de filmes, vídeos, fotos panorâmicas, arquivos sonoros e imagens com aproximação por zoom.

Mas não é só em termos de plataformas de pesquisa que a tecnologia tem causado impacto: o próprio objeto de pesquisa também tende a se modificar conforme a tecnologia se insere na vida das pessoas. Já é fato corrente no Japão, país criador do poema haicai, a leitura de romances criados especificamente para leitura em celulares. 

Curtos, de linguagem simples e conteúdo fácil, esses romances não se aproximam nem um pouco da complexidade que envolve a criação de um haicai, mas significam um filão em crescimento no mercado editorial e já deixam suas marcas na linguagem cotidiana. Podem, assim, constituir interesse de pesquisa.

O próprio Twitter também dá suas contribuições neste campo: a Academia Brasileira de Letras lançou neste mês um concurso de microcontos com até 140 caracteres, e também não é novidade ver criações literárias que exploram os limites do microblog. Será que os críticos literários também irão se voltar para essa vertente?

Ao que tudo indica, a influência da tecnologia na pesquisa acadêmica é um caminho sem volta, em todas as áreas. Em um ou outro momento teremos de nos adaptar a essa realidade, que já não é mais algo futuro: ela está aí, acenando para nós, bem na nossa porta.

Artigos usados para este post:


quarta-feira, 26 de maio de 2010

Saiba o que fazer na hora de descartar seu eletrônico usado



Consumidor pode doar, vender ou devolver o produto para fabricantes. O G1 elaborou lista com empresas de tecnologia que recolhem itens para reciclagem.

Para evitar que o agravamento do problema do lixo, os consumidores de eletrônicos devem dar um destino adequado a seus aparelhos obsoletos. Basicamente, quando ainda estão funcionando eles podem ser doados ou vendidos. E, no caso de não funcionarem mais, também é possível devolvê-los a alguns fabricantes para que eles façam a reciclagem adequada

 DOE OU VENDA
Mesmo que as funções de seu telefone celular sejam limitadas, é possível que ele atenda perfeitamente às necessidades de algum amigo, parente, colega de trabalho ou até mesmo desconhecido (no caso da venda). Segundo especialistas envolvidos com questões ambientais, uma saída para reduzir o problema do lixo eletrônico é prolongar ao máximo a vida útil dos aparelhos, passando-os para frente. Se eles estiverem funcionando, certamente alguém poderá usá-los.

No caso das doações, você pode ter de fazer uma pesquisa para descobrir quem gostaria de receber o produto que você não quer mais. Vale boca a boca (no caso de repassar um tocador digital, por exemplo) e também buscas na internet (se você quiser doar itens mais robustos, como um computador ou impressora).

Se a idéia for vender, uma boa opção é anunciar em sites de comércio eletrônico como o Mercado Livre. Ao negociar, tome os devidos cuidados, seguindo sempre as dicas de segurança anunciadas nessas páginas.

 DEVOLVA
Muitos fabricantes de eletrônicos ou operadoras de telefonia móvel recolhem os eletrônicos já usados, quando os consumidores não os querem mais -- o fato de a empresa pensar nisso pode ser, inclusive, um diferencial na hora de escolher as marcas.

Claro
A empresa recolhe em 140 lojas telefones celulares, baterias e acessórios de qualquer fabricante. Até o segundo semestre, diz a companhia, todos os pontos de venda no país terão uma urna coletora, incluindo mais de 3,3 mil de seus agentes autorizados. Segundo a Claro, todo o fluxo de reciclagem realizado pela GM&C é monitorado, desde o recolhimento dos eletrônicos até a destinação final.

Dell
Entre os três principais fabricantes de computador no país, essa é a única que apóia uma política de coleta de computadores usados. “Temos a estratégia global de nos tornarmos a empresa de tecnologia mais verde do mundo, e o programa de reciclagem faz parte dessa meta”, explica Gleverton De Munno, gerente sênior de assuntos corporativos. Economia no consumo de eletricidade e diminuição na emissão de carbono também estão entre as iniciativas.

Por enquanto, os clientes da Dell que querem doar computadores (dessa ou de qualquer outra marca) são direcionados à Fundação Pensamento Digital, que tem a fabricante como parceira. A partir do segundo semestre, afirmou De Munno ao G1, a empresa disponibilizará um sistema de coleta que vai até a casa do consumidor para retirar a máquina usada.
HP
Disponibiliza campanhas sazonais chamadas Trade-in (veja disponibilidade aqui), realizadas em grandes lojas de varejo. Com ela, equipamentos usados de qualquer marca ou modelo podem ser revertidos em descontos na compra de impressoras, multifuncionais e scanners da HP. O abatimento no preço chega a R$ 300.

A empresa também tem uma política de recolhimento de cartuchos para clientes corporativos. Quando reciclados, diz a HP, eles podem ser utilizados na produção de peças automotivas, bandejas para microprocessadores e telhas de cobertura.

Motorola
Os clientes dessa empresa podem devolver seus aparelhos e baterias em assistências técnicas autorizadas. Entre os motivos para a reciclagem divulgados pela empresa estão: evita a extração de metais e elementos químicos, somente nos Estados Unidos cerca de 100 milhões de celulares entram em desuso anualmente e a cada segundo cerca de 23 celulares são fabricados ao redor do mundo.

Nokia
Os usuários de telefones dessa fabricante podem entregar seus telefones, baterias e acessórios para as assistências técnicas listadas aqui. Na seção de reciclagem de seu site, a empresa afirma que 80% de um telefone celular pode ser reciclado.
Sony Ericsson
Empresa de tecnologia mais verde, segundo o ranking do Greenpeace, a Sony Ericsson recolhe telefones celulares em grandes magazines ou assistências técnicas autorizadas. Para saber quais os endereços, o consumidor pode solicitar essa informação on-line ou ligar para (011) 4001-0444.

TIM
Em todo o país, as lojas e revendas exclusivas da operadora recolhem aparelhos celulares, baterias e acessórios, que recebem destinação “de acordo com as normas ambientais”. Alguns Estados (São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Paraná) têm também o programa Papa-Pilhas, que deve ser expandido para o resto do Brasil até o final do ano. Desenvolvido em parceria com o Banco Real, ele é mais abrangente: aceita também pilhas, telefones sem fio e laptops, além dos outros itens já citados.

Vivo
A operadora tem 3,4 mil pontos de venda e revenda que aceitam celulares, acessórios e baterias. Os itens recolhidos são encaminhados para um descarte apropriado e, segundo a empresa, o recurso obtido com esses eletrônicos vai para o Instituto Vivo. A Belmont Trading, empresa responsável pela coleta, triagem e descarte, afirma que 80% dos aparelhos são reciclados e 20% são revendidos em outros países.