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segunda-feira, 17 de setembro de 2012

Portal Domínio Público



 O Portal Domínio Público se propõe a ser uma biblioteca virtual de referência para professores, estudantes e interessados em geral. O ambiente permite o compartilhamento gratuito do conhecimento e promove o acesso às obras artísticas, literárias e científicas em vídeos, fotos e textos que já estejam em domínio público, de acordo com a Lei Federal nº 5.988.
    Ao colocar informações e conhecimentos de forma livre e gratuita, o Portal Domínio Público também busca incentivar o aprendizado, a inovação e a cooperação entre os geradores de conteúdo e usuários, ao mesmo tempo em que pretende induzir a discussão sobre as legislações relacionadas aos direitos autorais – de modo que a preservação de certos direitos incentive outros usos – e haja uma adequação aos novos paradigmas de mudança tecnológica, da produção e do uso de conhecimentos.
     Neste Portal, é possível encontrar na íntegra: teses, dissertações, trabalhos de Manoel Ignácio Carvalho de Mendonça, Rudof von Jhering, Viveiros de Castro, Hugo de Brito Machado  e muitos outros autores da área jurídica. 

quinta-feira, 23 de agosto de 2012

Open Library: todos os livros do mundo on line


Open Library é um projeto de software e dados abertos que pretende catalogar e digitalizar todos os livros já publicados ao redor no mundo.
Desenvolvido sem fins lucrativos pelo Internet Archive e financiado por doações, o site convida todos os usuários a adicionar um livro, programar e colaborar com a revisão.
MAIS DOWNLOAD
Atualmente o projeto já catalogou 20 milhões de livros e mais de 1 milhão de títulos já estão disponíveis para download ou leitura on-line nos formatos PDF, ePub, Plain text, DAISY, ePub, MOBI e DjVu. Podem ser encontrados livros em cerca de 50 idiomas.
Entre o acervo é possível encontrar preciosidades históricas de museus, universidades e instituições religiosas, além de possuir aproximadamente 200 mil títulos juridicamente protegidos pertencentes a 350 bibliotecas de 80 países. Para solicitar um livro emprestado basta se cadastrar. Os livros fiquem disponíveis por duas semanas. Para fazer download ou ler online não há necessidade do cadastro.
Acesse o site openlibrary.org.

terça-feira, 13 de setembro de 2011

Biblioteca do Congresso dos EUA disponibiliza arquivo musical na web


A biblioteca do Congresso norte-americano (Library of Congress), em parceria com a Sony, disponibilizou na internet seu catálogo de músicas, discursos, poesia e comédia gravados no país até o ano de 1925. No total são mais de 10 mil arquivos que podem ser acessados pelo site do serviço.

Segundo o jornal "The Washington Post", o chamado "National Jukebox" é considerado o maior acervo de gravações históricas já disponibilizado na web. A biblioteca afirma, também, que o conteúdo será atualizado nos próximos meses e anos. Um livro virtual chamado "Victrola Book of the Opera" mostra a descrição de 110 óperas da época, com ilustrações, sinopses e uma lista de gravações.

"A falta deste conteúdo cirou uma amnésia cultural. Eu acho que o 'National Jukebox' fará com que as pessoas redescubram os artistas e personalidades", disse o criador da área de audiovisual da biblioteca do Congresso dos EUA, Patrick Loughney.

quarta-feira, 27 de julho de 2011

Como aproveitar melhor os recursos de pesquisa do Google – parte II



Dois recursos que muita gente despreza, talvez por pressa, talvez por preguiça, são a “pesquisa avançada” e as “configurações da pesquisa”. Na verdade, é possível reproduzir esses recursos acrescentando alguns parâmetros extras na pesquisa simples, mas, se você desconhece estes parâmetros e ainda assim quer melhorar seus resultados, alterar as configurações e usar a pesquisa avançada são o melhor caminho. O primeiro passo é saber onde estão estas opções na página principal do Google, que passou por modificações recentemente. Veja como:

Configurações de pesquisa

Disponível na barra superior escura do Google atual, ao lado da opção “fazer login”. Selecione configurações de pesquisa. Nesta página, você pode mudar suas preferências em relação ao idioma da interface, aos idiomas de pesquisa (muito útil quando você quiser restringer resultados a uma determinada língua) e alterar o número de resultados na tela (o padrão do Google é 10 resultados por tela, mas é possível visualizar até 100). Também há a opção “Filtro SafeSearch”, útil se você quiser eliminar dos seus resultados páginas com conteúdo impróprio.

Pesquisa avançada

Disponível também na barra superior escura, no ícone ao lado da opção de login. A pesquisa avançada do Google funciona com base em operadores booleanos (AND, OR e NOT). Não é preciso ser especialista nesses operadores para usar a pesquisa, no entanto, pois o Google é bastante intuitivo nesse sentido. Assim, ao digitar no campo “todas as palavras”, sua busca será equivalente ao operador AND, ou seja, o Google trará resultados em que todas as palavras digitadas aparecem na mesma página. Já o campo expressão ou frase exata busca uma frase tal como ela foi digitada, na mesma sequência de palavras. É o equivalente às aspas (” “) na pesquisa simples. Os operadores OR e NOT também são fáceis de entender e usar, cada qual em campos separados.

A pesquisa avançada também traz a opção de alterar a quantidade de resultados por página, alterar o idioma e, o que pode ser mais útil, restringir seus resultados a um determinado tipo de arquivo (é possível procurar só por pdfs, por exemplo) ou dentro de um site específico.

Mais abaixo, no fim da página, você encontrará um sinal de mais (+) ao lado do link “data, diretos de uso”. Ao clicar nesse sinal, mais opções aparecem para deixar a pesquisa ainda mais restrita. É possível selecionar a data de publicação da página, em que local da página devem aparecer os termos que você digitou (é possível escolher palavras apenas do título, por exemplo) e em que país o conteúdo foi publicado. Mecanismos para encontrar páginas semelhantes também estão disponíveis.

segunda-feira, 25 de julho de 2011

Como aproveitar melhor os recursos de pesquisa do Google – parte I


Há quem se oponha ao uso extensivo do Google, popular mecanismo de busca na Internet, como única alternativa para procurar informação. De fato, há ferramentas especializadas, como as bases de dados normalmente disponibilizadas pelas bibliotecas universitárias, que oferecem acesso à informação em quantidade e qualidade muito superiores ao que seria possível encontrar usando apenas o Google. Por outro lado, não dá para negar que, ao menos no lado ocidental do planeta, todo mundo já recorreu ou vai recorrer ao Google alguma vez na vida. Já que não é possível fugir dele, melhor saber usá-lo melhor, não é mesmo? Aqui vão algumas dicas de como melhorar seus resultados usando uma pesquisa simples:

1) Pesquisa de frase: este é talvez um dos “truques” mais conhecidos no Google: pesquisar uma sequência exata de palavras, numa ordem específica, sem alterações. Seu uso se dá a partir de aspas (” “) no início e no fim de um determinado conjunto de termos. Ex: “arquivo do estado de são paulo” trará somente resultados em que esta frase exata ocorrer.

2) Termos a serem excluídos: ao inserir um sinal de menos (-) antes de uma palavra, você dirá ao mecanismo quais termos não devem aparecer nos resultados. Ex: a busca [religioes brasil -catolicismo -cristianismo] iria trazer resultados sobre as religiões do Brasil, excluindo os termos catolicismo e cristianismo. Dica: O sinal de menos deve aparecer imediatamente antes da palavra, precedida por um espaço.

3) Pesquisa em um site específico: você quer informações que sabe estarem em um determinado site, mas esse site não possui uma busca interna? Sem problema! Com o uso da expressão (site:) é possível determinar a partir de que local os resultados devem ser retirados. Ex: a consulta [iraque site:estadao.com.br] retornará páginas sobre o Iraque, mas somente dentro do site estadao.com.br. Também é possível determinar um tipo de site específico. Assim, [copa do mundo:.gov] trará resultados sobre a copa retirados somente de sites governamentais (www.brasil.gov.br, por exemplo).

4) Operador OR: Se você deseja que qualquer uma das palavras pesquisadas retornem resultados, poderá usar o operador OR. Por exemplo, [campeão brasileiro 1994 OR 2005 ] retornará resultados sobre qualquer um desses anos, enquanto [campeão brasileiro 1994 2005 ] (sem OR) mostrará páginas que incluam ambos os anos na mesma página. Dica: só funciona se você digitar OR em letras maiúsculas. Lembre que o Google já usa o operar AND como padrão, portanto não é preciso digitá-lo.

quarta-feira, 13 de julho de 2011

Portal de Periódicos Capes terá versão para smartphones e tablets


A Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) está desenvolvendo, em parceria com a Rede Nacional de Ensino e Pesquisa (RNP),uma versão de fácil acesso ao Portal de Periódicos para aparelhos smartphones e tablets. 

A versão ainda está em fase de testes, mas os usuários que quiserem contribuir com sugestões podem encaminhar suas observações para periodicos@capes.gov.br.

O diretor de Programas e Bolsas no País, Emídio Cantídio, e o diretor de Avaliação, Livio Amaral, participaram no último dia 31 de uma reunião para elaboração da nova ferramenta e diversas sugestões foram dadas para a melhoria da versão de teste. 

A equipe do Projeto de Atualização Funcional e Tecnológica do Portal de Periódicos da Capes já está providenciando as alterações solicitadas e adquirindo novos equipamentos para o desenvolvimento desta versão.
Acompanhe o site Portal de Periódicos para mais atualizações.

Portal de Periódicos
Lançado em novembro de 2000, o Portal de Periódicos da Capes é considerado uma biblioteca virtual que reúne conteúdo científico de alto nível, disponível à comunidade acadêmico-científica brasileira. Em dez anos, o acervo do Portal passou de 1.882 títulos de periódicos com texto completo, para 26.372 títulos. O número de instituições usuárias foi multiplicado por quatro, passando de 72 instituições para 311. Em 2010, foram contabilizados 67.392.805 acessos.

quinta-feira, 2 de junho de 2011

Conheça o google acadêmico



O que é Google Acadêmico?
O Google Acadêmico fornece uma maneira simples de pesquisar literatura acadêmica de forma abrangente. Você pode pesquisar várias disciplinas e fontes em um só lugar: artigos revisados por especialistas (peer-rewiewed), teses, livros, resumos e artigos de editoras acadêmicas, organizações profissionais, bibliotecas de pré-publicações, universidades e outras entidades acadêmicas. O Google Acadêmico ajuda a identificar as pesquisas mais relevantes do mundo acadêmico.

Recursos do Google Acadêmico

•Pesquisar diversas fontes em um só lugar
•Localizar artigos, resumos e citações
•Armazenar o artigo integral em sua biblioteca ou na web
•Ficar sabendo sobre os artigos principais de qualquer área de pesquisa

Como os artigos são classificados?
O Google Acadêmico classifica os resultados de pesquisa segundo a relevância. Como na pesquisa da web com o Google, as referências mais úteis são exibidas no começo da página. A tecnologia de classificação do Google leva em conta o texto integral de cada artigo, o autor, a publicação em que o artigo saiu e a freqüência com que foi citado em outras publicações acadêmicas.

Nota da equipe do Google Acadêmico
Entre em contato conosco caso tenha sugestões, dúvidas ou comentários relacionados ao Google Acadêmico. Nós sabemos o quanto devemos a todas as pessoas da área acadêmica cujo trabalho tornou o próprio Google uma realidade, e esperamos tornar o Google Acadêmico o mais útil possível para essa comunidade. Acreditamos que todos devem ter a oportunidade de ver o mundo como se estivessem “sobre os ombros de gigantes”.

segunda-feira, 16 de maio de 2011

Redes sociais afetam o cérebro do mesmo jeito que a paixão



Como eu te amo, meu Twitter!

Eis que a ciência aparece para explicar por que a gente gosta tanto de redes sociais. O pesquisador Paul J. Zak, professor da Claremont Graduate University (EUA), descobriu que uma simples troca de tweets ou um amigo curtindo nosso status no Facebook pode aumentar nossos níveis de oxitocina, conhecida como “hormônio do amor” (ela estimula sentimentos como empatia, generosidade e confiança, e tem altas quando estamos apaixonados).

A cobaia foi o jornalista Adam Penenberg (que conta a experiência toda aqui). Ele cedeu amostras de sangue antes e depois de passar 10 minutos batendo papo no Twitter. Nesse tempinho, seu nível de oxitocina subiu 13%. (Para se ter uma ideia, uma alta equivalente à observada em um noivo prestes a subir no altar.) E nem é só isso: seus níveis de cortisol e ACTH, hormônios ligados ao estresse, caíram 11% e 15%, respectivamente.

Isso leva a crer que o cérebro percebe o tempo que “perdemos” no Twitter e no Facebook, por exemplo, como se estivéssemos interagindo diretamente com pessoas queridas. E aí libera a oxitocina, que dá um pouquinho daquele “barato” que a gente sente quando se apaixona. Sem falar que, ao suavizar os hormônios do estresse, derruba também o risco de problemas cardiovasculares, como infartos e derrames. Ou seja: tuitar é bom para o coração em todos os sentidos. Justamente a desculpa que você precisava para procrastinar sem culpa, né?

terça-feira, 19 de abril de 2011

Escolas públicas de Nova York abrem mão dos livros e usam laptops



Nos Estados Unidos, a tecnologia é aliada agora nas escolas públicas. A internet é imprescindível na sala de aula.

Parece uma escola pública americana como outra qualquer, mas no primeiro intervalo os alunos não usam livros didáticos. Nas mãos, há computadores. Esta é uma das 20 escolas em Nova York que abriram mão dos livros tradicionais e estão usando a tecnologia para ensinar. No armário de um aluno, antes abarrotado, agora só tem dois cadernos, uma mochila e um casaco.

O projeto foi desenvolvido por especialistas em educação para ajudar a aumentar a quantidade de estudantes que vão para as universidades. O conteúdo que estava nos livros foi para páginas dos professores na internet, e todos agora estudam conectados à grande rede.

Na aula de biologia, o estudo dos microorganismos leva à descoberta de que cientistas tentam desenvolver uma vacina que poderia combater a malária e o HIV. Mas e a distração com a troca de mensagens, por exemplo? Uma aluna confessa: ela se distrai de vez em quando, mas se fossem só livros, ela diz que seria muito chato. “Com os computadores o estudo fica bem mais interessante”, acredita.

Outra vantagem: como tudo está online, às vezes as aulas não dependem do professor. O professor de ciências ficou doente e não pôde vir à escola, mas isso não quer dizer que não teve aula. Dentro da sala, está todo mundo estudando – e vale nota.

Auxiliares acompanham a execução das tarefas, que estimulam a curiosidade e o debate de ideias. A diretora Nancy Amling diz que há o cuidado de ensinar os alunos a procurar as informações certas na internet. Em vez de ficarem limitados a um livro, os alunos podem o tempo todo acessar trabalhos de cientistas renomados, por exemplo. “Livros aqui, só os de leitura”, diz a diretora.

A leitura, aliás, é obrigatória: uma hora por dia na escola e várias outras mais em casa. O livro principal, adotado neste semestre, não é Shakespeare. É, quem diria, “O alquimista”, de Paulo Coelho.

Dominique acha bem melhor a nova escola sem livros didáticos. Dividindo o seu tempo no computador entre os videogames e os estudos, ele sente exatamente o que os especialistas americanos em educação esperavam. “Eu me sinto realmente pronto para o futuro e também para minha carreira”, diz.

Fonte: Bom Dia Brasil.

quinta-feira, 14 de abril de 2011

Livros em PDF


Leitores, estudantes, aproveitem essa oportunidade criada pelo Governo Federal.

LIVROS EM PDF
Uma bela biblioteca digital, desenvolvida em software livre, mas que está prestes a ser desativada por falta de acessos. Imaginem um lugar onde você pode gratuitamente:

• Ver as grandes pinturas de Leonardo Da Vinci ;
• escutar músicas em MP3 de alta qualidade;
• Ler obras de Machado de Assis Ou a Divina Comédia;
• ter acesso às melhores historinhas infantis e vídeos da TV ESCOLA
• e muito mais....

Esse lugar existe!
O Ministério da Educação disponibiliza tudo isso, basta acessar o site: www.dominiopublico.gov.br

Só de literatura portuguesa são 732 obras!
Estamos em vias de perder tudo isso, pois vão desativar o projeto por desuso, já que o número de acesso é muito pequeno. Vamos tentar reverter esta situação, divulgando e incentivando amigos, parentes e conhecidos, a utilizarem essa fantástica ferramenta de disseminação da cultura e do gosto pela leitura.

quinta-feira, 17 de março de 2011

Dicionário de Libras


No site Acessibilidade Brasil está disponível para acesso o Dicionário de Língua Brasileira de Sinais.

No canto superior esquerdo estão disponíveis as opções de busca: Alfabética, Por Assunto e Mão.

Seguindo a Ordem alfabética, se escolhe a letra e a palavra desejada, em seguida é mostrada a acepção da palavra, um exemplo de aplicação da palavra em uma frase, uma 'tradução' desta frase em LIBRAS, a classe gramatical e a origem da palavra, a mão (o sinal de mão), e um pequeno vídeo com uma pessoa fazendo o sinal que representa a palavra em questão.

Na busca Por Assunto,seleciona-se o assunto desejado (tais como alimentos, profissão, etc.), aparecerá uma lista com as palavras relacionadas a essa temática, selecionando a palavra as opções para demonstração do significado e do sinal correspondente seguem os descritos anteriormente.

Os Sinais da Mão, são uma opção para visualizar os termos a partir de um sinal inicial. A partir da escolha de um entre os 73 sinais mostrados na tela é possível verificar a lista de palavras para as quais este mesmo sinal é utilizado (sendo sua seleção e demonstração identica as outras opções).


O Dicionário da Língua Brasileira de Sinais é bastante fácil de usar, e em tempos em que a questão da importância e do direito de acessibilidade é tão discutido é ums iniciativa muito importante.

terça-feira, 15 de março de 2011

Veja meus livros


Veja Meus Livros é um serviço gratuito que permite que você crie e organize sua própria biblioteca virtual na internet: com essa ferramenta eletrônica, é possível ordenar suas obras favoritas e também títulos que você está lendo ou que pretende ler.

Você vai opinar acerca dos livros escolhidos e avaliar cada um deles. Sua biblioteca pessoal pode ser compartilhada com amigos e demais usuários de VEJA Meus Livros – estimulando a troca de idéias, opiniões e conhecimento.

É possível ainda acompanhar as resenhas publicadas em VEJA, além das dicas de leitura dos editores da revista.

Oferecido com exclusividade por VEJA, o serviço está disponível no interior do Orkut e do Facebook, principais redes sociais da web no Brasil.

quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

eBooks gratuitos para download

Se você é daquelas pessoas que não consegue passar sem a companhia de um livro, então vai ficar surpreendido com a quantidade de sites onde poderá encontrar alguns dos livros mais populares da literatura Portuguesa e internacional e em versão gratuita.

As plataformas de pesquisa de eBooks são muitas, e os temas abordados também, pelo que dificilmente não encontrará um eBook que lhe agrade.

Pode fazer o download gratuitamente para o seu PC, ou simplesmente imprimir-lo (se bem que o principio não é esse, por questões ambientais).


Acedendo a http://books.google.com/ vai encontrar o serviço do Google que lhe permite fazer o download gratuito de livros completos livres de direitos de autor.

É possível encontrar partes de livros protegidos por direitos de autor para download, que lhe permitem avaliar o livro, e decidir então pela sua aquisição ou não.


O Pdfgeni é mais um serviço de pesquisa de livros e documentos em formato digital PDF. Muito facil de usar, e que permite ainda a instalação de um plugin para o Firefox da Mozill. Disponivel em http://www.pdfgeni.com/


O acervo do Project Gutenberg foi produzido por dezenas de milhares de voluntários. Existem atualmente mais de 100.000 livros grátis e livres de direitos de autor no Catálogo do Project Gutenberg.


Se pretende ler os seu livros no seu PDA, iPhone, PSP ou outro dispositivo portátil, então vai gostar do serviço do Many Books. Á data da criação deste artigo existiam 22,723 eBooks disponiveis para download gratuito. Este serviço está disponivel em http://manybooks.net/ e se pretender aceder pela Playstation existe um endereço próprio em http://psp.manybooks.net/

Fonte: http://www.munditech.info/2009/01/13/ebooks-gratuitos-para-download/

quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

Portal Bab.la

Acessem o portal bab.la (http://pt.bab.la/) um site interativo com dicionários multilíngües, fóruns, testes sobre cultura e idiomas, entre outros recursos.

sexta-feira, 17 de dezembro de 2010

Amantes de livros e editoras tentam se adaptar aos e-books


Auriane e Sebastien de Halleux debatem intensamente o livro “A Garota Com Tatuagem de Dragão”, mas a discussão não se refere ao enredo da obra. O problema é que ela prefere a versão em livro, enquanto ele prefere ler em seu iPad. O casal diz que nesta disputa literária eles jamais irão entrar em acordo.

“Ela fala sobre o cheiro do papel e da sensação de segurá-lo em suas mãos”, explica Sebastien de Halleux, 32, que diz que o conteúdo é o mesmo, não importa o meio. E acrescenta, levemente irritado: “Ela usa a palavra “real”.

Até o final deste ano, 10,3 milhões de pessoas devem adquirir leitores de livros digitais nos Estados Unidos, o que significa uma venda de 100 milhões de e-books, segundo a previsão da empresa de pesquisa de mercado Forrester. É um crescimento considerável em relação aos 3,7 milhões de leitores digitais e 30 milhões de e-books vendidos no ano passado.

Esta tendência está causando caos no mercado editorial. Porém, dentro dos lares, a trama tem um toque pessoal, pois os casais possuem opiniões distintas sobre a “maneira correta” de ler. Na hora de dormir, por exemplo, o casal deita-se lado a lado e enquanto um vira as páginas de um livro iluminadas pelo abajur, o outro faz sua leitura no painel eletrônico de um Kindle ou na tela de LCD de um iPad, sendo que cada um dos dois fica julgando o outro em silêncio.

Embora não existam estatísticas sobre a dimensão desta disputa, a indústria editorial presta atenção e tenta descobrir como comercializar livros para as famílias que leem de formas diferentes.

Algumas livrarias e editoras estão testando a venda casada de livros impressos com e-books a um preço especial. A livraria americana Barnes & Noble começou a oferecer pacotes em junho em cerca de 50 lojas e planeja ampliar o programa até o final deste ano, conta Mary Ellen Keating, porta-voz da Barnes & Noble.

O grupo editorial Thomas Nelson, especializado em livros religiosos, oferece e-books gratuitos junto às cópias impressas de alguns títulos. Tal iniciativa agrada aos leitores que desejam compartilhar livros com a família e amigos e preferem ler em diferentes formatos, explica Tod Shuttleworth, vice-presidente sênior e editor da Thomas Nelson. Os pacotes têm vendido bem e a Thomas Nelson planeja adicionar outros durante a temporada de compras de Natal.

Enquanto isso, a Amazon.com tenta convencer os amantes de livros impressos de que “a leitura no Kindle é bem diferente da leitura na tela do computador”. Seu site promete uma tela de exibição na qual o texto “salta” da página, criando uma experiência de leitura muito semelhante ao papel impresso, pois não ofusca os olhos em locais iluminados, nem brilha demais no escuro.

A Sony, que lançou uma nova linha de leitores de livros digitais recentemente, diz que eles estão menores e mais leves do que antes, com textos mais claros e telas sensíveis ao toque, a fim de que se pareçam mais com os livros impressos. “O que mais ouvimos do público foi a necessidade de senti-lo como um livro, para que você esqueça que tem um aparelho nas mãos”, explica Steve Haber, presidente do setor de leitura digital da Sony.

“Esta estratégia de marketing ressalta uma dificuldade maior: o desejo de manter a indústria de impressão viva de modo a não alienar um mercado central, ao mesmo tempo em que se estabelece uma base para um futuro que os editores consideram cada vez mais digital”, diz James L. McQuivey, analista da indústria de leitores digitais da Forrester.

“Há muito mais ligação emocional com o livro em papel do que com um CD ou DVD”, diz Mike Shatzkin, fundador e diretor da Idea Logical Co., empresa que presta consultoria digital a editoras. “Não é algo lógico, é visceral”, diz ele.

Um pacote incluindo um livro impresso e outro eletrônico teria sido útil para Liz Aybar, 35, e Betsy Conti, 31, um casal de Denver. Elas gostam tanto de ler juntas, que quando leram “A Garota Com Tatuagem de Dragão” em brochura, Conti arrancou partes do livro à medida que ia terminando para que Aybar pudesse lê-las.

Contudo, a partir do momento em que Conti, que é diretora de tecnologia, comprou um iPad, ela mudou de lado. Atualmente, ambas estão lendo “O Elemento-Chave”, de Ken Robinson, mas compraram dois exemplares distintos – um livro impresso por 15 dólares e uma versão Kindle de 13 dólares para o iPad.

“Me sinto mais conectada a um livro do que ao iPad”, conta Aybar, que trabalha para uma ONG da área de educação.

A editora Alexandra Ringee e seu marido, Jim Hanas, escritor de ficção, ambos com 41 anos, se apaixonaram em meio aos livros. Eles recordam que um de seus primeiros encontros aconteceu em um festival de livros usados em Nova Iorque. Eles se casaram em uma livraria do SoHo e hoje moram em um apartamento no bairro Park Slope, decorado com estantes de livros cobrindo as paredes do teto ao chão. Ela coleciona anuários antigos e livros de autoajuda. Já ele prefere ler em seu iPad.

“Em minha opinião, a leitura real é a dos e-books e os livros impressos tornaram-se objetos de colecionadores”, afirma Hanas, que já publicou contos em revistas literárias como a McSweeney’s e prepara o lançamento de seu novo livro, com o título em inglês “Why They Cried”, o qual será publicado apenas no formato digital.
“É incrível observar que as pessoas ainda estão passando por fases de aceitação de que as versões impressas estão indo embora, dizendo que gostam de sentir e cheirar os livros. Também passei por isto, mas já superei.”

Para Erin e Daniel Muskat, um casal do Brooklyn, a briga dos livros tem atrapalhado o hábito de leitura a dois. Erin Muskat, que é consultora de mídia e tem 29 anos, comprou um iPad antes da lua de mel para seu marido, que tem 33 anos e trabalha na loja de calçados da família. Não demorou muito para ela descobrir que a leitura eletrônica entrava em choque com a leitura tradicional.

“Eu trouxe um livro comigo e quase não li”, conta Erin. “Costumávamos ir à praia e levar nossos livros, mas agora ele leva um iPad e não sinto que ele está lendo comigo.”

Para Sebastien de Halleux, executivo de um fabricante de jogos, trava uma batalha entre os gostos de leitura que já passou para uma nova geração. Ele e sua esposa leem para seu filho Tristan, de 3 anos. Ele lê O Ursinho Puff para a criança em uma tela. Já ela prefere ler a história na versão de livro impresso.

Sebastien de Halleux diz que acredita que o menino vai acabar preferindo a versão digitalizada. “Ele gosta, pois você pode aumentar o zoom sobre os objetos”.

Ele conta que a discussão em sua casa acabou envolvendo também os seus pais. Seu pai prefere as brochuras, com o argumento de que elas podem ser mais facilmente compartilhadas, enquanto sua mãe prefere os e-books, que segundo ela facilitam a vida de quem tem a visão enfraquecida pela idade.

“A discussão é quente”, diz Sebastien de Halleux. “É um tema que divide opiniões no momento.”

terça-feira, 14 de dezembro de 2010

Google lança loja de livros eletrônicos com mais de 3 milhões de obras gratuitas



O Google inaugurou na segunda-feira (6) sua aguardada loja virtual de livros eletrônicos, que recebeu o nome de “Google eBooks”. A compra de obras, por enquanto, está disponível apenas para usuários dos Estados Unidos, e a previsão é que chegue a outros países a partir do primeiro trimestre de 2011. Títulos gratuitos, entretanto, já podem ser acessados por qualquer usuário.

Ao todo, são mais de três milhões de obras grátis disponibilizadas e “centenas de milhares” pagas. “Hoje é a primeira página de um novo capítulo em nossa missão de promover acesso aos tesouros culturais e educacionais que conhecemos como livros”, anuncia o gerente de produtos do Google Abraham Murray, em um post no blog oficial da companhia.

O modelo adotado pelo se diferencia do praticado por concorrentes como a Amazon, que libera o download dos e-books após a compra. Na loja virtual da gigante de buscas, o usuário escolhe o livro e o adiciona em uma “estante” online própria que fica vinculada à sua conta no Google. Assim, ele pode acessar o conteúdo da obra por meio de qualquer dispositivo que tenha um navegador, como um computador, um smartphone ou um tablet.

Adicionalmente, o Google liberou ainda aplicativos próprios para Android e iOS que trabalham com os livros “na nuvem”. A plataforma ainda permite que o usuário compre livros diretamente de autoras e editoras independentes, que assinaram contratos com o Google para a disponibilização de seu acervo.