terça-feira, 13 de março de 2012

12 de março - Dia do bibliotecário

Esta é uma homenagem do Conselho Federal de Biblioteconomia pelo Dia do Bibliotecário que se comemora no dia 12 de março.

Parabéns a todos estes profissionais que lidam e divulgam a informação com tanta dedicação.

quinta-feira, 8 de março de 2012

terça-feira, 6 de março de 2012

Quem ama Literatura não estuda Literatura


Com a fala pausada, Joel Rufino dos Santos começa a explicar seu mais recente livro, Quem ama Literatura não estuda Literatura. Professor aposentado pela Faculdade de Letras da UFRJ, Joel conta que a obra, pautada em sua experiência pessoal como docente universitário, pretende lançar um olhar crítico sobre o ensino de Literatura no país.

Amante de títulos provocativos, o professor, autor de livros como Quando voltei, tive uma surpresa e O soldado que não era, censura o distanciamento existente entre os assuntos abordados pelos cursos de Letras e os gostos individuais dos alunos. Para Joel, ao ignorar autores e narrativas literárias populares, a universidade acaba por apartar os jovens estudantes de sua realidade, gerando desestímulo entre eles.

Entusiasta da inserção do estudo de telenovelas, das histórias em quadrinhos e do cordel nas ementas dos cursos, o historiador e romancista acredita que a desigualdade social verificada na sociedade brasileira resvala também para a Literatura. “Essa desigualdade se reflete também na vida intelectual, e, portanto, na produção literária e no ensino de Literatura”, afirma.

sexta-feira, 2 de março de 2012

Mulher Contabilista


I Encontro Nacional da Mulher Contabilista, que ocorreu, no ano de 1991, na cidade do Rio de Janeiro, junto com a 43ª Convenção dos Contabilistas do Estado do Rio de Janeiro, foi o marco para que milhares de mulheres contabilistas pudessem levar adiante o objetivo de promover o aprimoramento técnico-cultural, por meio de ações de incentivo a uma maior participação das contabilistas na vida social e política do País.


Vale ressaltar que o projeto "Mulher Contabilista", fundamentalmente, destaca o papel e a importância da mulher no contexto social, além de impulsioná-las ao empreendedorismo. No ano de 1992, foi realizado na cidade de Salvador (BA), o II Encontro, que, com um número mais expressivo de participantes, definiu metas e estratégias para o papel da profissional. Em 1999, Maceió (AL), o III Encontro da Mulher ganhou força e despertou a atenção das profissionais da categoria.

A expressão maior do Projeto aconteceria, no IV Encontro, em 2003, em Belo Horizonte (MG). Naquela ocasião, personalidades da política e do meio artístico, como a senadora Heloísa Helena e a atriz da Rede Globo de Televisão Eliane Giardini prestigiaram o evento e discutiram o papel da mulher na sociedade. Durante três dias, questões como a desigualdade nos salários, a jornada múltipla e a competitividade foram debatidos entre as participantes.

Mas foi no V Encontro, realizado em Aracaju (SE), que mais de 1,3 mil contabilistas discutiram e definiram assuntos que iam desde políticas públicas a qualidade de vida. A abertura oficial do evento aconteceu no dia 19 de maio de 2005, no Teatro Tobias Barreto. O ex-presidente do CFC, José Martonio Alves Coelho e outras personalidades da classe contábil compuseram a mesa de honra. Em seu discurso, o ex-presidente deixou sua marca. "Acabou-se o tempo em que nós, homens, caminhávamos à frente das mulheres. Descobrimos que temos que tê-las ao nosso lado para que, juntos, possamos construir um País mais igualitário, mais justo e socialmente mais feliz".

O VI Encontro Nacional da Mulher Contabilista realizado de 7 a 9 de junho de 2007 em Florianópolis, superou todas as expectativas. O número de inscritos somou 2.103 participantes, lotando o auditório do Centrosul. Foram três dias de intensa atividade, incluindo várias palestras técnicas, talk show, peça de teatro e duas noites de confraternização.

O VII Encontro Nacional da Mulher Contabilista, realizado de 7 a 9 de maio de 2009, em Vitória-ES teve como lema: "A força da união: ação, conquista e vitória!" A programação foi composta por painéis e palestras de especialistas de renome nacional, além de momentos para o entrosamento e a descontração, com peça de teatro e festa temática.

Em 2011 a oitava edição do evento foi realizada de 19 a 21 de maio em Caldas Novas-GO e teve como lema : Mulher: conhecimento, Criatividade e Leveza. Contou com palestrantes renomados como o Maestro João Carlos Martins e o Técnico da Seleção Brasileira Feminina de Vôlei, José Roberto Guimarães. E teve como destaque o consagrado talk show O preço das conquistas, conduzido pela jornalista Renata Ceribeli.

Para 2013 e 2015 as sedes serão Santos-SP - à bordo de um luxuoso transatlântico; e Foz do Iguaçu, respectivamente.

Hoje as mulheres representam 41% dos profissionais da Contabilidade. Ao todo, são cerca de 201.367* mulheres contabilistas em plena atividade.

* Dados referentes a setembro de 2010

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

Deficiências

DEFICIÊNCIAS, Mario Quintana (escritor gaúcho nascido em 30/07/1906 e morto em 05/05/1994 .
"Deficiente" é aquele que não consegue modificar sua vida, aceitando as imposições de outras pessoas ou da sociedade em que vive, sem ter consciência de que é dono do seu destino.

"Louco" é quem não procura ser feliz com o que possui.

"Cego" é aquele que não vê seu próximo morrer de frio, de fome, de miséria, e só tem olhos para seus míseros problemas e pequenas dores.

"Surdo" é aquele que não tem tempo de ouvir um desabafo de um amigo, ou o apelo de um irmão. Pois está sempre apressado para o trabalho e quer garantir seus tostões no fim do mês.

"Mudo" é aquele que não consegue falar o que sente e se esconde por trás da máscara da hipocrisia.

"Paralítico" é quem não consegue andar na direção daqueles que precisam de sua ajuda.

"Diabético" é quem não consegue ser doce.

"Anão" é quem não sabe deixar o amor crescer.

E, finalmente, a pior das deficiências é ser miserável, pois:

"Miseráveis" são todos que não conseguem falar com Deus.

"A amizade é um amor que nunca morre."

sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

O que não escrever no currículo

Confira nove excessos cometidos pelos candidatos. E fuja deles!

Você enche o seu currículo de informações sem nenhum critério acreditando assim atrair o recrutador? Saiba que dessa forma você está fadado a não ser chamado para entrevistas. Na hora de elaborar o seu documento profissional também vale a máxima de que quantidade não é qualidade. A recomendação é escrever informações sobre formação, experiências e resultados que possam agregar no seu currículo.

É válido lembrar ainda que objetividade é a maneira mais eficaz de prender o recrutador. Portanto, se você é aficionado pela escrita, não caia na tentação do rebuscamento. Já dizia o poeta Carlos Drummond de Andrade: "Escrever é cortar palavras."

Com a ajuda de especialistas, o Empregos.com.br listou os principais excessos cometidos pelos candidatos no momento de montar o currículo. Livre-se deles.

1. Informar número de documentos

Mencionar número do RG, CPF ou outros documentos oficiais é uma "perda de tempo", diz Renata Schmidt, diretora da Foco Talentos, empresa do Grupo Foco especializada no recrutamento e seleção de estagiários e trainees. "No primeiro momento o recrutador quer mesmo é bater o olho no resumo de suas qualificações."

2. Colocar foto

Só envie a foto se a empresa pedir. Segundo Daniela Ribeiro, gerente da divisão de engenharia da Robert Half, empresa de recrutamento especializado, colocar a imagem no currículo sem ser solicitado pode soar negativo. "Alguns profissionais não têm muita noção e colocam uma foto que poderia ser postada no Facebook", afirma ela. "A ausência da foto não muda em nada na avaliação do recrutador", ressalta.

3. Preferir o cargo à área

No objetivo profissional entre citar o cargo e a área de atuação fique com a segunda alternativa. "Ao informar o cargo o candidato pode ser eliminado já que as nomenclaturas variam muito de empresa para empresa", afirma Daniela Ribeiro. Exemplo: Vendas (varejo) e não Supervisor de Vendas.

4. Informar redes sociais

Ainda conforme Daniela, o profissional só deve informar o endereço de rede social se julgar a ferramenta adequada. "Recomendo o Linkedin, rede de relacionamento profissional em que é possível visualizar o resumo do currículo." Na opinião da consultora, o candidato não deve mencionar as mídias sociais em que expõe mais a vida pessoal.

5. Cursos fora da área ou defasados

O profissional sabe que o recrutador valoriza a formação constante e vai "incrementando" o currículo com cursos realizados durante toda a trajetória sem nenhum critério. Se você faz isso, reveja agora o seu documento. "Um curso de culinária ou de vinhos só será interessante se o profissional trabalha na área gastronômica ou de nutrição", aponta Renata Schmidt, da Foco Talentos.

6. Desequilíbrio entre formação e experiência

Não dê mais importância à formação acadêmica em detrimento da experiência e vice-versa. Segundo Daniela Ribeiro, da Robert Half, o currículo deve retratar com coerência a trajetória profissional. "Se você tem poucos anos de experiência não faz sentido ter um currículo com muitas páginas. Por outro lado, não corte informações importantes que possam te vender", destaca a especialista.

7. Citar características comportamentais

Iniciativa, espírito de equipe e liderança, facilidade na comunicação, entre tantas outras habilidades são bastante valorizadas pelas companhias, mas não é para estampar no currículo. "Informe resultados obtidos em sua carreira", sinaliza Renata.

Daniela destaca que os números são muito bem-vindos. "Se você não pode quantificar os resultados, cite alguma atividade em que fez a diferença." A especialista lembra que competências comportamentais são checadas na entrevista.

8. Apelar para o social

Houve uma fase em que o profissional socialmente responsável tinha pontos com o recrutador. A onda, contudo, passou. A verdade é que nem todas as empresas estão interessadas em causas maiores, nem quer saber se você participa delas. "Às vezes a organização até valoriza esse tipo de ação, mas não está procurando profissionais com esse perfil", diz Renata.

Para a diretora da Foco Talentos, a informação também pode ser mencionada durante a entrevista de emprego.

9. "Matar" a língua

Salvo alguns cargos ter pleno domínio da língua portuguesa não é exigência das empresas. Isso não quer dizer que você pode escrever o currículo como se estivesse teclando com um amigo no Messenger. Dependendo da falha você pode ser desclassificado. Conte com o corretor ortográfico e dicionário. Em caso de dúvidas, peça para alguém revisar seu currículo.

sexta-feira, 4 de novembro de 2011

Jovens profissionais: Como mostrar seriedade, apesar da pouca idade?

"As empresas querem pessoas que tragam novas ideias, que mostrem paixão e que resolvam os problemas", afirma especialista



Normalmente, juventude está associada à falta de experiência. Em decorrência disso, profissionais que acabam de entrar no mercado de trabalho enfrentam diversos problemas relacionados à postura profissional. No entanto, apesar da pouca idade, é possível, sim, mostrar seriedade, bastando estar atendo a alguns elementos comportamentais.

Especialistas de carreiras lembram algumas das principais falhas cometidas pelos jovens dentro das organizações, sendo elas, atrasos, faltas sem aviso ou justificativas, falta de comprometimento, problemas de relacionamento, inflexibilidade, entre outras. A lista, no entanto, não para por ai e tais condutas podem custar o emprego do jovem.

A coach de carreira e professora de psicologia organizacional na Veris IBTA, Claudia Carraro, explica que esses comportamentos comprometem muito a imagem do profissional. Logo, se o objetivo for se apresentar como um profissional sério e que pode ser cotado para uma promoção, é preciso ter cuidados nesses pontos.

Mudando de emprego

Outro elemento que é visto de forma negativa é ter curtas experiências profissionais em várias empresas. Do ponto de vista do selecionador, Claudia explica que o objetivo é encontrar um candidato que preencha a vaga em questão e que vá ficar um longo período na empresa. Assim, se constarem no currículo do candidato passagens por várias empresas, mas com períodos inferiores a seis meses, ele poderá ser avaliado como instável.

Claudia ressalta que a troca de emprego deve ser feita com muito critério e não baseada apenas em aumentos salariais, por exemplo. Se o profissional estiver considerando mudar de emprego, pois acredita que terá mais oportunidades na nova posição ou porque o novo cargo está mais coerente com seu plano de carreia, ele tem justificativas plausíveis para a mudança. Caso contrário, é aconselhável permanecer pelo menos um ano no emprego.

Na prática, as empresas querem profissionais em que possam investir. Portanto, o selecionador vai buscar um candidato que passe segurança nesse sentido, ou seja, que esteja interessado em ficar na empresa. De acordo com Claudia, isso fica claro quando os candidatos são questionados, no momento da seleção, sobre por que mudaram de emprego com frequência.

Não espere ninguém pedir

Além de saber se relacionar, mostrar comprometimento e respeitar a hierarquia e ser pró-ativo vão contribuir de forma determinante para formar uma imagem de profissional sério. A dica é sempre tentar solucionar os problemas que surgirem e se envolver nos projetos. Isso mostra que o indivíduo quer estar ali. “As empresas querem pessoas que tragam novas ideias, que mostrem paixão e que resolvam os problemas”, afirma Claudia.

Assim, apesar da pouca idade, mostrar-se um profissional pró-ativo, trabalhando e apresentando resultados, sem que seus superiores peçam, vai mostrar que o indivíduo veste a camisa da empresa, além de saber o que quer e aonde quer chegar.

Por fim, vale lembrar que promoções levam tempo. Uma das grandes características da geração Y, dos nascidos a partir de 1978, é a falta de paciência no desenvolvimento da carreira. Muitos, após um feedback positivo, já querem reivindicar aumento salarial ou cargos mais elevados. No entanto, pontua Cláudia, “não é assim que funciona”. A impaciência é algo que prejudica a imagem, mostrando, sobretudo, falta de maturidade.

A consultora de RH da Catho Online, Daniella Correa, lista algumas dicas que ajudam os jovens a firmar uma postura séria, lembrando que “essa conquista não será da noite para o dia e sim conforme os seus gestores e colegas de trabalho forem conhecendo e confiando no seu trabalho”.

■conhecer e adaptar-se à cultura, normas e procedimentos da empresa;
■entender como funciona um ambiente corporativo;
■perguntar em caso de dificuldades e trocar ideias;
■desenvolver suas habilidades;
■aplicar seus conhecimentos teóricos;
■adaptar-se à rotina empresarial;
■conhecer os processos da organização;
■demonstrar agilidade em suas tarefas, mantendo sempre a qualidade;
■ser pró-ativo;
■cumprir seus compromissos sempre no prazo determinado.